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As Nossas Voltas

A vida dá muitas voltas, e foi numa dessas voltas, que nos tornamos emigrantes e viemos parar a Paris. Um blog sobre um pouco de mim, um pouco de nós, o dia-a-dia e não só.Simples mas cheio de ternura e dedicação!

As Nossas Voltas

A vida dá muitas voltas, e foi numa dessas voltas, que nos tornamos emigrantes e viemos parar a Paris. Um blog sobre um pouco de mim, um pouco de nós, o dia-a-dia e não só.Simples mas cheio de ternura e dedicação!

VAI UM PEDACINHO DE QUEIJO?!

Ora aqui está uma rubrica que me lembrei de fazer de forma a dar a conhecer um bocadinho das tradições dos franceses...  Hoje venho falar de um dos alimentos mais consumidos pelos franceses: o queijo. Existem imensas variedades de queijo por aqui e, assim como eu bebo água diariamente, os franceses comem queijo!  Mas sabem qual é a principal curiosidade?!

 

O queijo faz parte do almoço e do jantar, e é sempre comido depois do almoço/jantar e antes da sobremesa, com um pedaço de pão a acompanhar (a famosa baguette) ou então acompanhado de uma bela salada verde! 

 

Confesso que a primeira vez que vi achei super estranho, mas depressa me apercebi que era uma tradição francesa bem enraizada porque até nos menus hospitalares e escolares é obrigatório o pedacinho de queijo estar lá para ser comido depois da refeição. Por isso não estranhe se vier até cá e reparar que lhe servem um pedaço de queijo antes da sobremesa...

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CONTADO NINGUÉM ACREDITA

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Lembram-se do post de Maio de 2018 no qual eu falava da lentidão para se encerrar uma conta bancária aqui em França?! Pois é, estava bem longe de imaginar que esse processo de mudança bancária fosse nos dar milhentas dores de cabeça...

 

Depois de várias deslocações à agência bancária do Banco BCP (Banque BCP), inúmeros e-mails para saber o que era preciso fazer para acelerar o processo, e depois de tanta indiferença da dita "gerente da conta", foi preciso enviar uma carta registada com aviso de recepção para a central do Banco para que alguém tomasse uma atitude e encerrasse de uma vez por todas a conta bancária! Tudo porque os inteligentes teimavam em fazer as coisas "às pinguinhas"... Num mês transferiam X dinheiro, reclamávamos a perguntar porquê mas ninguém respondia... Uns meses depois mais outra quantia... E claro, cada transferência tinha o seu custo associado... Cheguei a acreditar que estávamos milionários e não sabíamos, pois o Banco parecia que não nos queria largar, ou então não queria mesmo era saber de nós (estava mais que óbvio que não queriam mesmo saber de nós!)!

 

O cúmulo aconteceu quando encerraram a nossa conta deixando a conta do Gui em aberto... Reclamei, reclamei, reclamei.... E mesmo depois da carta registada, enviada em Fevereiro, e vários e-mails trovados, só hoje é que parece que finalmente o dinheiro foi transferido para a nossa nova conta bancária... Sim, parece.... Não vou dar o caso por encerrado porque da última vez que me disseram isso a conta do Gui ficou pendente! Agora é esperar pelo dia de amanhã para ver se o dinheiro foi finalmente transferido!

 

No meio de tanta incompetência e irresponsabilidade, o que mais me enerva é saber que não houve ninguém que reconhecesse esta falha nem pedisse desculpa! E pensar que eu achava que abrir uma conta bancária era difícil... Difícil mesmo é mudar de banco!!! E depois venham-me contar histórias que "na França é que é"...

O FAMOSO DIA DOS CREPES ❤️

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Pois é, amanhã já é dia 2 de Fevereiro, o famoso Dia dos Crepes cá em França, mais conhecido pela "Chandeleur"... Passei só mesmo para relembrar o dia e terem uma bela desculpa para amanhã abusaram nos crepes (Eh... Eh... Eh...)!

Para quem não souber nenhuma receita de crepes, aqui fica uma versão francesa e uma outra portuguesa, é só clicar aqui e aqui

Cá em casa a tradição veio para ficar de vez! E por aí, também não vão passar ao lado desta tradição?

Bom fim-de-semana ❤️

MULHOUSE

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Para quem não se lembra, nos finais de Outubro, fomos conhecer uma série de cidade da Região da Alsácia, com o Natal e as férias de Inverno, o tempo passou, dei por mim sem um post escrito sobre  a última das cidades que visitámos: Mulhouse.

Mulhouse é a maior comuna do departamento francês do Haut-Rhin e a segunda da região Grande Leste, depois de Estrasburgo. É atravessada por dois rios, o Doller e o Ill, afluentes do rio Reno. Situa-se a aproximadamente 30 km ao norte de Basileia (cidade que visitamos nos dias a seguir, é que falarei num próximo post), na Suíça, a 15 km da fronteira franco-alemã e a 120 km ao sul de Estrasburgo.

 

Confesso que esta cidade não estava nos nossos planos de viagem, mas como sobrou algum tempinho antes de entrarmos na Suíça, decidimos parar aqui cerca de umas 2 horas e explorar um bocadinho...

 

Estacionamos o carro bem perto do centro histórico, e depressa chegamos à principal Praça da cidade: a Plaza de la Réunion, o verdadeiro coração de Mulhouse. Aqui encontramos o famoso Templo de Saint Etienne (le Temple de Sainte Etienne), construído em 1185, uma espécie de igreja, renovada, que antes era uma antiga igreja católica, mas que foi convertido num templo protestante, no ano 1528. 

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Na mesma Praça, encontramos a Câmara Municipal, o chamado Hôtel de Ville, um edifício cor de rosa, do ano de 1553, cujo estilo é renascentista.  As suas pinturas e alegorias representam os vícios e as virtudes. 

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Passando por aqui, andamos pelas ruas da cidade, depressa nos apercebemos que a cidade além de não ser muito grande, é muito menos medieval, existindo um menor número de casas antigas e coloridas... Pareceu-nos que se trata de uma cidade bem mais moderna comparado com Ribeauvillé, Riquewihr, Kaysersberg, Colmar e Eguisheim.

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DSC06832.JPGMulhouse não é uma cidade imperdível mas mesmo assim valeu a pena irmos e irmos à descoberta de mais uma cidade... A partir, seguimos em direcção à Suíça onde ficámos duas noites e descobrimos mais duas cidades... 

EGUISHEIM: A CIDADE DO PAPA LEÃO IX

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Eguisheim foi a penúltima cidade da Alsácia que visitámos, uma cidadezinha bem pequenina que possui menos de dois mil habitantes e que se situa entre colinas cobertas de vinhas, bem próxima da famosa cidade de Colmar. Foi nesta cidade que se começou o cultivo de uvas no território alsaciano, daí a importância deste lugar.

 

A cidade foi fortificada no século XIII e o seu centro foi construído em círculos concêntricos em torno do Castelo de Eguisheim, que, por sua vez, foi cercado por um muro octagonal, que data do século VIII. Por este motivo, Eguisheim possui uma arquitetura peculiar, com ruas estreitas e circulares preenchidas com casas de madeira bem coloridas, decoradas com flores e fontes de água. Se olharmos para o mapa da cidade percebemos melhor este formato das ruas circulares!

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Desde 1985 a cidade recebe vários prémios pela decoração floral das casas, e em  2013, foi votada a Ville préféré des Français, que é como quem diz a "a cidade preferida dos franceses".

 

Aqui não existem propriamente grandes pontos turísticos ou atrações propriamente ditas, a cidade é a atração em si. O melhor é passear pelas ruas, a pé, e ir fotografando todos os detalhes encantadores que estão  espalhados por todos os lados.

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Há muita história nesta cidadezinha, dizem que o Papa Leão IX (1002-1054) nasceu também nesta região, por isso existe uma estátua que honra o Papa na principal praça da cidade, na Place du Château, onde se situa o famoso castelo da cidade, o Castelo de Eguisheim A fonte sob a estátua foi construída entre 1834 e 1836, e é uma das maiores na Alsácia.

 

O castelo de Eguisheim é do século VIII, e é o suposto local de nascimento do Papa Leão IX. A sua parede exterior, que remonta a 720 AD (um monumento histórico classificado) ainda existe para ser apreciada. A pequena igreja ao lado do castelo tem um interior muito colorido, vale a pena entrar e visitar. 

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Mais um local que adorámos visitar por ser tão lindo e parecer saído de um conto de fadas, daqui rumamos de coração cheio à nossa última cidade da Alsácia... 

MUDANÇA DE BANCO EM FRANÇA

Depois que mudamos de casa, e de cidade, decidimos mudar também de Banco, por uma questão de distância... Ora o que não imaginávamos era que essa mudança fosse tão longa...

 

Marcamos então com o Banco para fazer o pedido da transferência da nossa conta e, no dia, lá fomos, munidos dos papéis que o banco nos tinha previamente pedido (factura da electricidade, folha de impostos, uma folha de rendimento de cada um de nós e os nossos Cartões de Cidadão)... Mais um dia para assinar todos os papéis... E mais um "bom mesinho", avisou-nos o funcionário do Banco, para que o nosso antigo Banco proceda à transferência para o nosso novo Banco! Nem queria creditar quando ele nos disse isso! O verdadeiro cúmulo da lentidão, diria eu... Não acham?!

 

Se bem me lembro, em Portugal, tudo se faz bem mais rápido, certo?!

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A ILHA DE RÉ

Em seguimento do post anterior, hoje venho desvendar mais um bocadinho daquilo que conhecemos nessas mini-férias de Maio/Junho, falo da belíssima Ilha de Ré (em francês, Île de Ré).

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A Île de Ré situa-se no Atlântico, no Departamento de Charente-Maritime, na região de Poitou-Charentes, exactamente em frente à La Rochelle, e encontra-se ligada a ela desde 1988 por uma grande ponte de 3 km: a Ponte de l'Île de Ré.

Tem aproximadamente 85 Km2 de área e 26 Km de comprimento, e é a quarta maior ilha da França, ficando atrás da Córsega, Ile d’Oléron e Belle-Ile. Talvez nunca tenham ouvido falar desta ilha francesa, mas tal como a Córsega, ela é uma das ilhas francesas consideradas como destino privilegiado para as férias de verão, para prática de desportos marítimos e contato com a natureza.

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Possui 50 Km de praia, muitas delas longas e de areia fina e clara, e bastante ensolarada. Como a ilha é praticamente plana, é ideal também para quem adora andar de bicicleta pois tem mais de 100km de ciclovias em ótimo estado que ligam as 10 cidades da ilha: Rivedoux Plage, Sainte-Marie de Ré, La Flotte, Saint-Martin de Ré, Le Bois Plage en Ré, Loix, La Couarde sur Mer, Ars en Ré, Les Portes en Ré e Saint-Cément des Baleines.

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Para quem gosta de fazer caminhadas, conhecer a ilha a pé também é uma bela opção, existem mais de 14 circuitos que atravessam as cidades, passando pelas margens das praias, entrando nas florestas, e passando pelas salinas! A escolha é variada já que existem uns circuitos mais selvagens do que os outros.

 

Entre praias, portos (sobretudo os portos de Saint-Martin e La Flotte), cidades, ruelas, mercados, criações de ostras e salinas, a ilha é, sem dúvida um lugar único e mágico que marca qualquer pessoa pela sua beleza natural. Prova disso são os inúmeros artistas, pintores, escritores e músicos que se inspiraram nesta ilha!

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Ficamos apenas um dia nesta ilha, por isso exploramos este lugar apenas de carro, mas mesmo assim conseguimos ter uma visão bastante abrangente sobre este lugar tão natural e preservado. Não sei se alguma vez iremos voltar, mas sei que independentemente disso, esta pequena ilha francesa ficará no nosso coração, foi aqui que o Gui foi pela primeira vez à Praia e foi aqui que a França nos conseguiu surpreender com este cantinho mágico! Arrisco-me até a dizer que este foi o lugar, em França, que mais nos marcou e nos apaixonou até hoje!

A CIDADE BRANCA

Talvez não se lembrem, mas no final do mês de Maio fomos explorar um bocadinho mais a França, e tal como tinha prometido, hoje decidi fazer um post sobre uma das cidades que fomos conhecer nessa altura: "La Rochelle". 

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La Rochelle, para quem nunca ouviu falar, é uma cidade de praia bastante conhecida dos franceses. É óbvio que a região da Riviera Francesa, no Mediterrâneo, é o destino mais conhecido de praia na França (seguido por Biarritz, no País Basco francês), mas há alguns lugares na costa atlântica que também são procurados pelos franceses, principalmente durante as férias de verão, e La Rochelle é um deles.

 

Localizada no sudoeste da França, no departamento Charente-Maritime, Região Poitou-Charentes, é conhecida pela beleza rara do seu Porto e pelo seu centro histórico. Hoje, por toda a sua história e estado de conservação, o seu Porto está inscrito na lista do Património Mundial da Unesco.

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A cidade é também conhecida como "La Ville Blanche" (a Cidade Branca), por causa das fachadas de pedra calcária que ficam clarinhas com a luz do sol, foi um dos principais portos marítimos da França entre os séculos 14 e 17.

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Entre as principais atrações estão o "Vieux Port" (ou Porto Velho) com as suas três torres de La Rochelle (la Lanterne, Saint-Nicolas e La Chaîne) que remetem ao passado e estão cercadas por cafés e restaurantes, a "Porte de la Grosse Horloge" (a Porta do Grande Relógio), o museu de história natural, o aquário e a catedral (estes três últimos não tivemos oportunidade de visitar).

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Com mais de mil anos de história, esta cidade é ainda cercada por edifícios históricos, dos séculos XV a XVIII, e se destaca por ser um grande centro de prática de desportos aquáticos, como vela, mergulho, natação, entre outros.

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Tem praias tranquilas e um clima bom (tem mais de 300 dias de sol por ano), bons hotéis, restaurantes e bastantes atrações noturnas, e talvez por isso a cidade receba cerca de três milhões de pessoas todos os anos.

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De entre as praias, destacam-se três:

-  a Praia de La Concurrance (muito próxima do Porto Velho, é muito pequena, mas bastante agradável)

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- a Praia des Minimes (situa-se ao lado do Port des Minimes e Peres Park)

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- e a Praia Chef de Baie (situa-se na parte superior da cidade, em direção do porto de pesca Pallice, é uma praia bastante rochosa)

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Estivemos nesta cidade apenas dois dias, mas depressa constatamos que trata-se de uma cidade cheia de encanto, que nos conquistou completamente, pelo seu clima quente, pelos seus monumentos e pelas suas praias! Para quem pretende explorar a França, aqui fica a dica, dêem um saltinho até lá e comprovem vocês mesmos toda a beleza que por lá existe.

 

E vocês, conheciam esta cidade?

COISAS DE FRANCESES

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Para quem já cá esteve ou para quem já viu algum filme francês, não sei se alguma vez repararam nas iluminação que existe dentro das casas e dos apartamentos (principalmente os mais antigos)... Na maior parte divisões não existem pontos de luz no tecto, ou seja candeeiros, existem apenas os famosos "abajures" em cima das mesinhas de cabeceira ou das cómodas, ou então "candeeiros de pé alto" para criar um ambiente mais acolhedor (dizem os franceses....)! Dá para imaginar uma casa assim? Por acaso, nunca vivemos num apartamento assim, mas a minha irma, por exemplo, já chegou a viver num apartamento onde apenas existia um único candeeiro de tecto, em toda a casa, na cozinha. 

JÁ CHEIRA A NATAL EM PARIS!

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E num "piscar de olhos" começou a cheirar a Natal... É incrível como um ano quase passou... Mas deixemo-nos agora de saudosismos, hoje vim partilhar com vocês uma das minhas épocas favoritas aqui em Paris: a época de Natal! 

 

Não sei como andam as coisas em Portugal, mas por aqui já cheira a Natal! O famoso "Marché de Noel" na avendia mais famosa de Paris, a Avenue des Champs-Élysées, já abriu oficialmente ao público, no passado dia 11 de Novembro. 

 

Tal como aconteceu o ano passado, as iluminações da rua são ecológicas, a novidade é a adesão dos artesãos e comerciantes, a este plano climático, que trocaram os sacos de plástico por alternativas ecológicas e substituíram as iluminação dos chalés por lâmpadas leds.

 

Ainda não demos um saltinho até lá mas estamos a fazer planos para isso!

 

Para quem vier até Paris, é impossível passar ao lado deste mega evento, por isso, a título de curiosidade, deixo aqui algumas informações que podem ser úteis:

 

  • Período: 11 de Novembro 2016 a 8 de Janeiro 2017
  • Horário:

       - de domingo a quinta, das 12h às 00h

       - sextas e sábados,  das 12h à 1h

  • Linhas do Metro: Concorde, Champs-Elysées Clémenceau et Franklin Roosevelt. 

 

Se vier até cá, depois deixe aqui a sua opinião!

ELA NÃO ANDA, ELA DESFILA...

No domingo de manhã fomos ao supermercado, qual não é o meu espanto quando na caixa do supermercado, na mesma fila que nós, estava uma senhora com uma bolsa com dois cães de raça pequena lá dentro...

 

Queria tanto ter registado melhor este momento, mas isto foi o melhor que consegui...

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Escusado será dizer que, por onde a senhora passava, o sucesso era evidente... Uma maneira de não se passar despercebido! (Eh... Eh... Eh...)