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As Nossas Voltas

A vida dá muitas voltas, e foi numa dessas voltas, que nos tornamos emigrantes e viemos parar a Paris. Um blog sobre um pouco de mim, um pouco de nós, o dia-a-dia e não só.Simples mas cheio de ternura e dedicação!

As Nossas Voltas

A vida dá muitas voltas, e foi numa dessas voltas, que nos tornamos emigrantes e viemos parar a Paris. Um blog sobre um pouco de mim, um pouco de nós, o dia-a-dia e não só.Simples mas cheio de ternura e dedicação!

O MARTIN FEZ 4 MESES

O Martin completou quatro mesinhos no passado dia 17 de Novembro, e eu não poderia deixar de fazer um post para descrever como foi este mês...

 

Fomos hoje à Pediatra fazer as vacinas do 4º mês, basicamente as mesmas que fez aos 2 meses. Desta vez, o Martin chorou mal a viu, parecia que ainda se lembrava da última vez que levou as vacinas e só ficou calmo assim que eu peguei nele e o manti nos meus braços.

 

Ficamos a saber que o gorduchinho do Martin já pesa 7.800gr, e mede 68cm, continua maior que o Gui com o mesmo tempo de vida... 

 

A novidade desta consulta foi a indicação dada para começar a introdução de novos alimentos, legumes e frutas, mas este será assunto para um novo post...

 

Neste mês, os marcos mais importantes foram:

-  conseguir equilibrar a cabeça, o que lhe permite olhar para tudo ao seu redor com muita mais facilidade (adora analisar cada lugar diferente onde vai);

- manter a cabeça e o tronco em extensão quando está deitado de barriga para baixo;

- dar pontapés fortes, quando está deitado de barriga para cima, tem tanta força que temos que estar atentos quando lhe mudamos a fralda, caso contrário corremos o risco de "ver estrelinhas";

- a interacção e o fascínio com brinquedos coloridos e que emitem som;

- pegar em objectos/brinquedos e colocá-los na boca (ainda o faz de uma forma descoordenada, mas é giro ver o esforço que ele faz muitas vezes);

- babar-se imenso, principalmente no final do dia;

- brincar sozinho, principalmente com as mãozinhas dele;

- e claro, os famosos "puxões no cabelo"... Sei que não o faz de forma propositada, mas é impressionante como aquelas mãozinhas tão pequeninas estão sempre prontas a agarrar o meu cabelo!

 

Em relação à comida, ainda não estabeleceu nenhuma rotina para comer... De dia, continua a comer a cada 2 horas, e à noite normalmente adormece por volta das 19h - 19h30, volta a acordar para comer por volta da 1:30 e a partir daqui é quase sempre de 2 em 2 horas, às vezes 3...

 

Quanto a dormir, o Martin continua tranquilo, adormece relativamente rápido, no berço com música de embalar, e durante a noite come praticamente a dormir! De dia faz uma sesta de manhã e uma ou duas à tarde, de manhã pode dormir de 1 a 2 horas, à tarde 45minutos a 1 hora, quando não faz duas sestas de tarde fica um bocadinho chatinho...

 

O que o Martin gosta mesmo é que sorriam e brinquem com ele, adora interagir connosco e com o Gui e não gosta que o "deixem de parte" quando estamos a falar! Outra coisa que ele adora é a hora do banho, principalmente tirar e vestir a parte de cima da roupa, farta-se de dar gargalhadas com tantas cócegas que tem.

 

O Martin continua um Principezinho muito dócil e tranquilo, e o que mais o caracteriza é, sem dúvida, o seu super sorriso!  

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CÓLICAS: SINTOMAS E SOLUÇÕES

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Quando o Martin nasceu, se havia um "medo" que eu tinha era de que ele sofresse tanto de cólicas como sofreu o Gui... E embora soubesse que estas eram perfeitamente naturais e temporárias, era sempre difícil acalmar o Gui nestas alturas, não havia massagem nem posição que o acalmasse, e na maior parte das vezes nem medicação prescrita surtia qualquer efeito...

 

Mas afinal, quando surgem e o que são as cólicas?

De uma maneira geral, as cólicas surgem entre as duas e quatro semanas de vida do bebé, e podem ocorrer a qualquer momento do dia ou da noite, embora sejam mais frequentes entre as 18h e a meia-noite. 

Nem sempre é fácil chegar a um diagnóstico de cólicas no bebé, por isso, em 1954 o Dr. Morris Arthur Wessel, pediatra americano, definiu a regra dos três para a detecção das cólicas do lactente. Ou seja, a cólica do lactente é uma condição em que um bebé bem alimentado e saudável tem períodos inexplicáveis de choro intenso e estados de grande agitação por mais de 3 horas por dia, por mais de 3 dias por semana e por mais de 3 semanas.

 

Qual o motivo para o bebé ter cólicas?
Apesar de haver muita investigação nesta área, desconhece-se ao certo o que causa as cólicas, mas existem algumas explicações apontadas:

- o sistema digestivo do bebé ainda está em desenvolvimento;

- se houver refluxo, o refluxo pode causar desconforto no bebé;

- se está com gases;

- se o bebé fôr superestimulados pelo ambiente;

- e/ou alguma alergia alimentar (no leite materno ou no leite artificial).

A maioria dos bebés deixa de sofrer de cólicas até aos 6 meses, altura em que o sistema digestivo funciona bem.

 

Como avaliar se o bebé está com cólicas?

Se suspeita que o bebé está com cólicas, observe com atenção os seguintes sinais:

- o bebé encolhe e estica as pernas;

- arqueia as costas;

- mexe os braços e pernas em simultâneo;

- o rosto do bebé fica corado enquanto chora;

- fecha as mãozinhas;

- parece estar com dor;

- a barriga parece estar inchada e solta gases. 

 

O que fazer no caso do bebé ter cólicas?

Quando um bebé tem cólicas existem várias coisas simples que se podem fazer, quer para minimizar o risco deste vir a ter cólicas, quer para ajudar o bebé a relaxar quando estas surgem:

- pegar no bebé ao colo (ajuda o bebé a sentir-se mais seguro e tranquilo)

- manter o bebé num local tranquilo;

- alimentar o bebé sempre que ele estiver com fome, não seguindo horários fixos;

- fazer o bebé arrotar depois de ser alimentado (segurar o bebé sobre o ombro e dar umas palmadinhas delicadas nas costas);

- fazer massagens circulares na barriga do bebé, com movimentos lentos e ritmados, no sentido do ponteiro dos relógios;

- dar um banho quente e relaxado;

- dar uma chupeta para acalmá-lo antes do choro começar (o próprio reflexo de sucção ajuda a diminuir a cólica);

- manter a calma, pois o bebé sente o stress da mãe/pai.

 

Quando procurar ajuda médica?
Se depois de experimentar várias técnicas para acalmar o bebé, o choro persistir e nada parecer ajudar, talvez o melhor seja procurar um médico para confirmar se são mesmo cólicas que causam o choro excessivo no bebé e, se fôr caso disso, o médico irá medicar!

 

Com o Martin foi assim...

Estávamos de férias em Portugal quando o Martin começou a ter cólicas, tinha ele pouco mais de três semanas... Aproveitei a consulta do primeiro mês para perguntar ao Pediatra se havia alguma medicação que o Martin pudesse fazer para minimizar o desconforto causado pelas cólicas, pois era difícil acalmá-lo... Aconselhou-me então a fazer dois tipos de "gotas" que se vieram a tornar milagrosas: o BioGaia® (1 vez ao dia) e o Infacalm® (em SOS).

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O primeiro é nada mais que um "suplemento alimentar rico em bactérias com efeitos benéficos na regularização da flora intestinal, designadas Lactobacillus Reuteri Protectis. Os efeitos de Lactobacillus Reuteri Protectis estão clinicamente provados na manutenção da motilidade, saúde e funcionamento do intestino em lactentes, especialmente na cólica Infantil, dor abdominal funcional e obstipação. Favorece a normalização da flora intestinal, conferindo proteção contra agentes patogénicos. Pode ser administrado desde o primeiro dia de vida" (para mais informações clique aqui).

O segundo, é um medicamento cuja substância activa é o simeticone (dimeticone activado com dióxido de silício), substância esta que actua por redução da tensão superficial, facilitando a remoção de bolhas gasosas presentes no tracto gastrointestinal. Este, ao contrário do primeiro, não deve ser administrado em bebés com menos de 28 dias de idade (para mais informações clique aqui).

 

Desde esse dia, o Martin poucas cólicas teve, de vez enquanto lá tem um episódio ou outro no final do dia ou durante a noite, mas nada se compara às cólicas que o Gui tinha quando era bebé... E embora não possa afirmar que estas gotas são milagrosas para todos os bebés, o que é certo é que para o Martin elas funcionam muito bem!

E por aí, como gerem este desconforto?!

 

 

SESSÃO FOTOGRÁFICA NA MATERNIDADE - MARTIN

Quando escolhemos a Maternidade que o Martin ía nascer, fiquei um bocadinho curiosa por saber se ali também se fazia a famosa sessão fotográfica logo após o nascimento, tal como fizemos com o Gui.  Queríamos ficar com um registo igual para um dia mais tarde ambos poderem ter uma bela recordação das primeiras horas de vida...

 

A fotógrafa apareceu no quarto pouco depois do Martin fazer 24 horas de vida, e a sessão fotográfica foi feita ao segundo dia de vida. Mais uma vez ficamos encantados com este momento tão ternurento e tínhamos uma certa ansiedade para receber as fotografias tiradas naquele dia... E hoje, partilho aqui com vocês 4 dessas fotografias que retratam tão bem o nosso Amor...

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Parece que foi ontem que estávamos a caminho da Maternidade... E parece que ainda há umas horas atrás preparávamos-nos para tirar as fotografias... Mas a verdade é que já passaram mais de 3 meses desde que este Pipoquinha nasceu

 

Tempo, podes passar bem mais devagar?!

E TU, O QUE QUERES SER?

Ontem perguntavam no Canal Panda o que queriam fazer as crianças quando fossem grande... Um dizia professor, outro polícia, outro xerife... Foi então que me virei para o Gui e perguntei-lhe se sabia o que queria ser quando fôr grande... Intrigado com aquela pergunta tão estranha o Gui respondeu-me de imediato: "Não sei...". Respondi-lhe que não se preocupasse pois ainda tinha muito tempo para pensar nisso... Mas assim que lhe disse isto, virou-se para mim e disse todo entusiasmado: "Já sei, quero ser uma Lagartixa!".

Uma Lagartixa?! Porquê uma Lagartixa? - perguntei eu curiosa. 

Não sei... - respondeu o Gui.

E hoje, do nada, e sem falarmos mais do assunto, virou-se para mim e disse: "Mamã, o Gui quer ser uma Lagartixa porque eu gosto muito de Lagartixas!...".

Achei imensa piada à explicação dele, e nunca imaginei que ele me desse uma resposta dessas pois não fazia ideia que ele gostava tanto de lagartixas.... Acho que aquelas duas vezes que vimos lagartixas em Portugal, nestas férias de Verão, devem ter mesmo marcado o Gui... 

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AMAMENTAR DÓI MAS VALE A PENA TENTAR ❤️

Amamentar não é fácil, acreditem... Talvez para uma minoria de mulheres até o seja, mas na maior parte das vezes é complicado... 

 

Por muitos conhecimentos que tenhamos, ou até mesmo experiência, nos primeiros dias, ou mesmo nos primeiros meses, amamentar dói... E dói muito... Os mamilos racham, às vezes até sangram... Depois vem o ingurgitamento mamário e até as mastites... 

 

Como é que um bebezinho tão frágil consegue magoar tanto os mamilos com aquela boquinha tão delicada? Mesmo assim, vamos em frente porque queremos dar o melhor alimento que existe para o nosso bebé... Fechamos os olhos, suamos com tanta dor, e até choramos... 

 

Choramos com dor, choramos por medo de falhar e choramos de cansaço... Com o tempo tudo se acalma... A dor passa, começamos a entrar no ritmo do nosso bebé e este gesto passa a ser natural... E é nesta altura que amamentar fica um momento simples e de puro prazer... 

 

Não existem palavras para explicar o quanto é mágico ver o nosso filho alimentar-se só do que vem de nós... A troca de olhares, os sorrisos, as pequenas brincadeiras... Um momento único onde sentimos que todo o nosso Amor é recíproco!

 

Se é cansativo? Claro que sim, e muito! Principalmente quando temos um bebé que quer mamar com muita frequência...


Se altera muito as minhas rotinas? Sim, bastante! Cada vez que temos que ir a algum lado temos que fazer planos para que ao fim de 2, no máximo 3 horas, estejamos num local apropriado para poder amamentar...

 

Haverá sempre pessoas a questionar se estás a fazer ou a dar o melhor alimento ao teu filho... Elas não fazem por mal, e muitas vezes vamo-nos questionar o porquê de nos estarem a dizer isso... Vamos duvidar de nós e da qualidade deste alimento tão precioso para o nosso bebé... E por vezes até vamos colocar tudo em causa... Tudo isto faz parte deste processo, é preciso acreditar que o nosso leite é o melhor alimento para o nosso filho e que somos capazes... É preciso ter persistência!

 

Apesar de todos os constrangimentos que tive, consegui amamentar o Gui 10 meses e meio, altura em que regressei ao trabalho e me comecei a sentir demasiado cansada para continuar... Com o Martin, mesmo já sendo uma mãe de segunda viagem, os primeiros 15 dias também não foram nada fáceis com tanta dor que tinha por causa dos mamilos rachados e do ingurgitamento mamário.

 

Sei que nem todas as mães conseguem amamentar,  mesmo apesar de todos os esforços, e há também aquelas mães que simplesmente não querem... Serão "menos mãe" por isso?! Claro que não! O bebé vai sobreviver e o amor será exactamente o mesmo! 

 

É obvio que não quero com isto desvalorizar a importância do aleitamento materno, nem incentivar a não amamentar, quem me segue sabe bem o quanto eu sou a favor da amamentação. O meu objetivo com isto é mostrar a quem está aí desse lado que ninguém nasce mãe, ninguém nasce a saber amamentar, tudo isto é um processo de aprendizagem que demora algum tempo.

 

No caso da amamentação, e para quem pretende amamentar, as mães têm que estar cientes que os primeiros dias de amamentação não são, na maior parte das vezes, fáceis, muito pelo contrário, são bastante dolorosos e exigem muito de nós. O importante é estar sensibilizado para o pior porque depois que essa fase passa surgem muitos mais momentos de Felicidade! Por isso, aqui fica o meu conselho, antes de desistir, tente todas as formas de amamentar o bebé, mas se isso não fôr possível não se culpabilize porque importante mesmo é alimentar o bebé com muito amor e carinho! 

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HÁ "SACRIFÍCIOS" QUE VALEM A PENA ❤️

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Pois é, por incrível que possa parecer hoje é o meu último dia das chamadas "congé maternité" (licença de maternidade)... Não sei quem raio se lembrou de dar este nome a este tipo de licença porque se traduzirmos à letra dá algo como congé maternité = férias de maternidade!!!! Quem colocou este nome nunca deve ter tido filhos, ou se os teve nunca ficou em casa com eles... Quem tem sabe bem do que estou a falar.... 

 

Era suposto o Martin com 2 meses e meio ficar agora numa creche ou numa ama, mas mais uma vez eu e o R. decidimos fazer um bocadinho de sacrifícios e prolongar este tempo, de forma a que eu possa ficar com o Martin em casa, tal e qual como fizemos com o Gui.

 

Com isto ainda há quem pense que ganhamos milhões para poder suportar com tantas despesas que temos, há ainda aqueles que acham que na França é que dá lucro ter filhos e há ainda aqueles que acreditam que para nós é tudo mais fácil... Enfim... Claro que é preciso fazer contas às despesas que se tem, fazer sacrifícios em coisas que não nos façam tanta falta e recorrer muitas vezes às pequenas economias amealhadas até então, e embora no final o prejuízo económico seja evidente, não há riqueza no mundo que pague este tempo que dedicamos ao nosso bebé numa fase tão importante da sua tenra vida! 

 

Está mais que provado que o aumento do período em que as mães podem ficar com o bebé após o nascimento é de grande importância para o desenvolvimento infantil. O contacto com a mãe estimula as conexões no cérebro do bebé, que faz com que este se sinta seguro, acolhido e amado, condições estas que criam uma inteligência emocional que traz consequências positivas para toda a vida do bebé, em todas as relações. Por isso, aqui fica o meu testemunho, se há uma altura em que devemos fazer "sacrifícios na carteira" este é, sem dúvida, um deles!

BEM-VINDO OUTONO 💛

Sonhar, viver, sorrir e todo o dia agradecer... Foi com este pensamento que nos despedimos ontem do último dia de Verão...

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Sonhar, porque faz a vida mais feliz...

Viver, porque viver é muito mais que existir...

Sorrir, porque um dia sem um sorriso é um dia desperdiçado...

E agradecer todos os dias... Agradecer cada momento, mesmo que pareça banal... Agradecer tudo o que temos e não temos, para que possamos merecer o muito...

Passamos demasiado tempo preocupados com o que queremos ter que nos esquecemos de agradecer o que já temos... Por isso, aqui estou eu hoje a agradecer pelo maravilhoso Verão de 2019

Sejas bem-vindo Outono... Que comece agora a magia desta Estação, este ano com um sabor ainda mais doce! ❤️

O SEGUNDO MÊS DO MARTIN

Tal como aconteceu no primeiro mês, o segundo mesinho do Martin foi passado metade em Portugal e metade aqui... E diga-se de passagem que foi um mês repleto de transformações maravilhosas...

 

De repente aquele bebezinho dorminhoco que tínhamos até ali começou a ter percepção do mundo... Foi giro ver todo o processo de descoberta... Começou a observar todos os nossos movimentos, a ficar atento a tudo, a prestar atenção às nossas vozes e a seguir objetos com os olhos. E se há rosto e voz que ele adora é a minha e a do seu mano, é mesmo surpreendente ver o interesse que o Gui desperta no Martin! 

 

Ao contrário do Gui, o Martin é muito mais sossegado e dorminhoco. Adormece facilmente sozinho, mas não gosta de se sentir isolado, por isso nada de o colocarmos longe do barulho pois ele não gosta mesmo nada.

 

Sorri cada vez mais e mais, é super simpático tanto para nós como para rostos menos familiares, e se começarmos a falar com ele, ele esforçasse para falar connosco através de sons, é mesmo super fofo! 

 

Outra conquista foi vê-lo a fazer movimentos bruscos com os bracinhos e as perninhas cada vez que está excitado ou alegre... O Gui acha sempre que nestes momentos ele está a pedir uma espécie de "ajuda", por isso a maior parte das vezes diz-lhe para ter calma pois não está sozinho... 

 

Começou a interagir com alguns brinquedos, sobretudo com aqueles que se movimentam ou emitem algum som, e o Gui já percebeu do que o mano gosta, por isso preocupa-se com ele e quando vê que ele não tem nenhum brinquedo com ele vai procurar um para lhe dar.

 

Em relação à comida, de dia continua a comer a cada 2 ou 3 horas, pode ser mais ou pode ser menos, de noite continua a acordar de 2 em 2 horas... Acho que consegue ser mais comilão do que o Gui! (Eh... Eh... Eh...) À conta disso, ontem fomos à Pediatra e ficamos a saber que pesa agora 6.300gr e já mede 63.5cm! É claro que as roupas depressa deixaram de lhe servir...

 

Ontem teve direito às primeiras vacinas, às dos 2 meses, escusado será dizer que chorou e muito, durante uns 2 longos minutinhos, apesar da pediatra lhe ter prescrito uns pensos anestésicos (impregnados com liocaína) para colocar 1 hora e meia antes. Felizmente só fez um episódio de febre no final do dia que reverteu com a administração do paracetamol... 

 

As cólicas continuam bem menores, acho que o Martin sofre bem menos do que o Gui pois além de quase não chorar, tem dois ou três episódios por dia... Mas nada que a medicação não resolva.

 

Hoje olho para trás e confesso que este segundo mês passou demasiado rápido, pois com as férias de Verão e a entrada do Gui para a Escola, fiquei com a percepção que não pude "aplaudir" com calma cada nova conquista do nosso Bebé Martin... De qualquer forma, mesmo no meio desta correria foi maravilhoso sentir que o nosso Principezinho 2 continua a crescer de forma saudável!

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O PRIMEIRO MÊS DO MARTIN

Hoje o Martin faz exactamente 2 mesinhos, mas com tanta azáfama cá por casa, e com as férias de Verão, não consegui fazer o post do primeiro mês do Martin por isso decidi que seria hoje mesmo...

 

Ao contrário do Gui, o Martin, quando nasceu, ficou apenas três dias na Maternidade, por se tratar de uma segunda gravidez. Hoje vejo que fez todo o sentido ficar 5 dias na primeira gravidez e 3 nesta porque depois de se ter um primeiro filho, fica muito mais fácil e claro cuidar de um recém-nascido. 

 

Reconheço que recomeçar a amamentar custou-me um bocadinho, mas acabou por ser mais simples do que da primeira vez, sentia-me muito mais confiante das minhas capacidades, sabia que era preciso alguma persistência e dedicação para que este processo tivesse o resultado esperado... E assim foi, o Martin apenas perdeu peso no segundo dia de vida, cerca de 200 gramas, a partir daqui foi sempre a aumentar de peso... E ao fim de 14 dias já pesava 4.280 gr e media 55cm!

 

Se as primeiras duas semanas, foram passadas de forma relativamente calmas, pois estávamos na nossa casa, as duas semanas seguintes foram de uma certa aventura e coragem pois viajamos até Portugal de carro para passar as férias de Verão e tivemos uma vida mais agitada...

 

Confesso que, apesar de cansada, é mesmo tendo o Gui, custou-me bem menos entrar na rotina de acordar à noite para amamentar e tratar do Martin, sentia que o meu corpo ainda estava formatado para retornar a estas vidas...

 

Tal como o Gui, o Martin mostrou-se um grande comilão desde o primeiro dia... De dia comia a cada hora e meia/ 2 horas, e à noite de 2 em 2 horas... Tem um acordar sossegado a meio da noite, não é de chorar muito, normalmente leva uns 5 minutinhos a acordar, emite uns gemidos como se estivesse resmungando, e se não é atendido ao fim de um certo tempo emite um gemido mais alto... 

 

A rotina de comer foi depressa estabelecida, tanto de dia e de noite quer comer a cada 2 horas, às vezes pode demorar mais um bocado ou menos, mas isso só acontece se houver alguma alteração na sua rotina, como sair de casa, passear, etc... 

 

As cólicas começaram por volta do 15º dia de nascimento, começa a "torcer-se" todo, fica todo vermelho, e chora. Quando isto acontece, gosta que lhe dobremos as perninhas contra o tórax, como se estivesse ainda dentro do útero... À conta disso, aproveitei a consulta de Pediatria em Portugal para pedir um aconselhamento, e que bem que fizemos pois graças a isto o Pediatra aconselhou-nos dois medicamentos que se vieram a revelar valiosos pois as cólicas diminuíram imenso (falarei disto num outro post).

 

O coto do cordão umbilical caiu por volta do 12ª dia. Quanto ao peso, continua sempre a somar... Quando fomos Pediatra à consulta do  primeiro mês ficamos a saber que o Martin pesava 5.642gr e media 58.2cm.  Um Principezinho muito crescido mesmo, tão crescido que as roupas de Verão do Gui quase que não lhe serviam... 

 

As rotinas cá em casa é óbvio que foram alteradas, mas de uma forma bem mais natural, pois depois de se ter um primeiro filho, sabemos perfeitamente o que é de facto mais importante, o que é preciso priorizar... 

 

E agora perguntam vocês: E então o Gui, como ficou no meio desta história toda?! Só posso dizer que a reacção dele foi surpreendentemente positiva desde o primeiro dia de vida do Martin, e sei que o Martin tem para a vida um Super Irmão... Mas isso será assunto para um próximo post...

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O mais importante deste mês foi, sem dúvida, constatar que, apesar de todo o cansaço, estamos todos maravilhados com esta nossa nova vida a 4! ❤️

E ASSIM NASCEU O MARTIN 💙

Andava há algum tempo para escrever este post, mas precisava de algum tempo e de alguma concentração para o escrever, para que ele ficasse o mais fiel possível da realidade... Hoje lá o consegui finalizar e, numa espécie já de saudade, porque este é sem dúvida um momento único e inesquecível, partilho-o com vocês...

 

Faz hoje exactamente 60 dias que passei uma "noite em branco"... O dia tinha corrido normalmente, sem nenhum sinal de que o Martin estaria prestes a nascer... Eram cerca da 1h30min, da madrugada, quando comecei a ter "contracções chatas" que me impediam de estar muito tempo na mesma posição... Passei essa noite a dar "voltas na cama, ora para a esquerda, ora para a direita", evitando fazer barulho para o R. não acordar pois tinha que ir trabalhar... Assim que o despertador do R. tocou, por volta das 5h30, disse-lhe que podia ir trabalhar mas que estivesse em "alerta" pois sabia que o Martin não iria demorar muito para nascer... 

 

Perto das 7h, as contracções começaram a intensificar-se, a ficar mais dolorosas e regulares (todos os 5-7 minutos)... Levantei-me da cama,  apesar de estar cansada, pois não me sentia confortável, e coloquei tudo o que me faltava na mala de maternidade... Peguei num papel e numa caneta e comecei a registar todas as contracções para ter um registo fidedigno...  Às 10h, perdi o rolhão mucoso e as contracções começaram a ficar mais espaçadas... Fui tomar um banho para relaxar... Assim que saí do banho as contracções recomeçaram, mais dolorosas ainda, todos os 5-7 minutos... Peguei no telemóvel e enviei uma mensagem ao R. para vir para casa pois achava que não ía conseguir ficar em casa  por muito mais tempo...

 

Era quase meio-dia quando o R. chegou a casa, não almoçamos porque não queria esperar mais tempo, e mesmo sendo mãe de segunda viagem, queria saber se estava tudo dentro da normalidade... 

 

Assim que chegamos às urgências da Maternidade, que por sinal estavam caóticas, as contracções começaram a diminuir subitamente.... Parecia que estava a reviver o parto do Gui... Mesmo assim, entrei  para ser avaliada e, durante esse tempo que durou cerca de 45  minutos, apenas senti duas contracções e fiquei a saber que apenas tinha 1cm de dilatação... A enfermeira parteira disse-me então que podia ir para casa descansar, pois não havia nada de alarmante... Mas eu sabia que descansar não era a melhor atitude a tomar, sabia que o momento estava para breve, e eu só queria que fosse algo rápido, não queria passar mais uma "noite em branco"...

 

Saímos das urgências e disse ao R. que o melhor seria almoçar algo rápido para depois irmos fazer uma caminhada... Fomos ao MacDonald's, comemos uma hambúrguer e, como estava muito calor, optamos por ir para o Domaine de Chamarande pois  é um parque onde existem muitas "sombras"... Mal chegamos ao local e começamos a andar as contrações recomeçaram, de forma intensa e todos os 5-10minutos... Fizemos um trajecto relativamente extenso mas muito demorado, era obrigada a parar imensas vezes pois as contracções impediam-me de andar... Estava muito cansada mas sabia que o melhor era andar, para acelerar o processo... Ficamos ali cerca de 1 hora e voltamos para casa, sempre com as contracções regulares e dolorosas... À medida que o tempo passava, começava a ficar com mais dores, uma dor tão insuportável que me impedia de fazer qualquer coisa... Aguentei o máximo de tempo que pude em casa, às 20h e tal comecei a dizer que não aguentava mais e tínhamos que ir para a maternidade... Não sei como consegui jantar, mas jantei, depois foi tentar chegar ao carro... Estava cheia de dores, tentei ser forte mas as dores eram tão fortes que comecei a chorar... A muito custo, cheguei às urgências a chorar, completamente esgotada... Não  aguentava mais tanta dor... 

 

Felizmente, assim que demos entrada na urgência, apareceu  uma enfermeira parteira super simpática que, vendo o meu estado, disse-nos para entrarmos de imediato... Fui examinada e ficamos a saber que já tinha 4 centímetros de dilatação... Num misto de dor e alegria, chorei compulsivamente pois sabia que o Martin ía finalmente nascer! 

 

Como as urgências continuavam caóticas, fiquei na sala de observações e o anestesista colocou-me o catéter epidural mesmo ali... Ainda esperei uns 30 minutos até ele estar disponível, mas assim que me colocaram o catéter epidural, com a medicação em perfusão, fiquei super zen, estava tão bem que podia dormir 200 anos de tão cansada que estava...

 

Esperei umas duas horas até ficar disponível uma sala de partos, entretanto a enfermeira que me tinha admitido tinha ido embora e tinha ficado outra, super simpática também... Explicou-nos como tudo se iria desenvolver e deixou-nos na sala de partos... Agora era esperar até a dilatação total, para o Martin nascer...

 

Durante este processo de espera, eu e o R. brincámos imenso com a situação, parecia que, de repente, estávamos a reviver outra vez o parto do Gui... O tempo ía passando, e nós íamos ficando cada vez mais cansados e com mais sono.... Até que de repente, os batimentos cardíacos do Martin começaram a descer repentinamente (de 160 passaram para os 60 e tal, tal e qual como aconteceu no parto do Gui), começamos a ficar muito preocupados, de imediato a enfermeira parteira acalmou-nos, e cada vez que isto acontecia ía mudando de posição na maca... Confesso que fiquei com medo que algo pudesse acontecer... Ao mesmo tempo, comecei a tremer de forma descontrolada, tudo devido ao efeitos secundários da medicação administrada pelo catéter epidural... Procurei ficar calma e abstrair-me dos piores pensamentos, porque acreditem que é uma sensação horrível estarmos a tremer de tanto frio, que parece que temos, e não nos conseguirmos controlar... Fiz uma viagem mental até ao México tentando reviver os melhores momentos que passamos na nossa lua-de-mel... Não sei exactamente quanto tempo durou este pesadelo, talvez umas 2 horas, não sei precisar... Para nós, tempo de mais... E quando menos esperamos, tinha chegado o momento do Martin nascer... 

 

Foi um processo relativamente rápido, confesso que não sei onde consegui arranjar tanta força... Mas assim que ele saiu e o vi, chorei de tanta felicidade...

 

Já o Martin, chorou de forma discreta, a enfermeira colocou-o em cima de mim, e eu pude finalmente abraçá-lo, com as poucas forças que ainda me restavam... Foi impressionante ver as semelhanças do Martin com o Gui, pareciam fotocópia um do outro de tão iguais que eram...

 

O R., mais uma vez, esteve sempre super calmo, cortou o cordão umbilical, depois a enfermeira limpou o Martin minimamente, pesou-o, mediu-o e tornou a colocá-lo junto do meu peito...  Foi desta forma que, no dia 17/7/2019, às 3h27 da madrugada, nasceu mais um Principezinho, o Martin, com 3.890gr e 53 centímetros. 

 

Como o Martin tinha feito muitas vezes bradicardias, no trabalho de parto, não pude amamentá-lo de imediato, teve que ficar em jejum 2 horas para saber se estava tudo bem com ele... Ficámos então os 3, juntinhos, ali naquela imensa sala, a saborear aquele sublime momento, até a enfermeira parteira confirmar que tudo podíamos estar tranquilos... O R. vestiu então o Martin, com a roupinha super fofa que tinha sido programada, a seguir foi a minha vez de me arranjar para podermos, finalmente, subir para o nosso merecido quarto e desfrutarmos deste doce momento...

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Cada vez que penso nos partos do Gui e do Martin, fico impressionada com o tamanho da força que há dentro de nós depois de um parto... Estou eternamente grata a mim mesma por ter superado tudo com tanta vontade e entrega, e estou eternamente grata por todo o apoio que o R. sempre me deu...

 

Sabia que a dor fazia parte do processo natural do trabalho de parto, o que eu desconhecia, antes de ser mãe, é a magia que existe em pegar no bebé logo após o parto normal, e isso eu pude viver da forma mais intensa, quer no parto do Gui como do Martin... Esse momento é de facto tão maravilhoso e tão único, que não há dinheiro nenhum no Mundo que pague esse momento tão extraordinário

DEPOIS QUE ELE NASCE

“Depois que ele nasce,

Ela fica ali.

O útero vazio,

O coração apertado.

O peito cheio de leite.

Todo a gente em cima do bebé...

E ela ali, de resguardo...

Resguardo? Até parece.

O Puerpério é puro agitação, pura emoção, sentimentos à flor da pele.

O bebé está perto mas não está mais dentro, e isso não gera nenhum acalento.

É uma delícia ver nascer, mas é um processo até entender.

Descarga de hormonas,

Sangramento por 40 dias,

Dar de mamar,

E enfrentar desafios...

Quando o bebé nasce acabam as regalias...

- Você é mãe.

Toda a gente espera dela,

enquanto ela se recupera...

E o bebé? Mamou? Dormiu? Tomou banho?

E todo a gente continua à olhar para o bebé.

E ela ali, à mercê...

Ninguém quer saber do banho dela, do conforto, do bem estar como faziam na gravidez.

É tudo sobre o bebé.

E ela ali à mercê, lidando com o que tinha dentro, fora.

O coração que batia dentro, batendo fora, e com vida própria.

Uma vida que todos dizem depender dela,

Mas quem é mesmo que olha por ela?

A delicadeza é perceber que o bebé precisa de cuidados, claro. Mas é a mãe que precisa de muita atenção, depois de tanta emoção.

E não só atenção, é mais, muito mais.

É carinho, abraço apertado, um olhar com cuidado.

É por isso que eu digo: a Mulher no puerpério precisa do seu abraço como abrigo.

Não importa se você é o marido, a irmã, o irmão, a mãe, o pai, a sogra, o sogro, a vizinha, a amiga, ou o doutor. Todo a gente cabe para ser o abraço acolhedor.

Abrace, acolha e lembre-se:

O bebé está para ela, assim como ela está para você.”

(@maeforadacaixa)

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OLÁ MUNDO 💙

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Já devem ter suspeitado desta minha ausência por aqui no blog... Pois é, faz hoje uma semana que eu e o R. "corríamos" para a Maternidade, com contracções rítmicas e dolorosas... Ao fim de 40 semanas e 4 dias, exactamente no dia 16 de Julho, o Martin dava sinais de que queria finalmente nascer... Mas foram precisas mais umas horas, pois ele achou que seria melhor nascer com 40 semanas e 5 dias, no dia dos 7, mais precisamente no dia 17 de Julho (17/7)  às 3h27min (hora francesa)...

 

Hoje passei só para vos dar esta excelente notícia, prometo partilhar com vocês esta minha segunda experiência do parto... Um parto normal, onde nasceu um Principezinho 2, mais gordinho que o Gui, com 3.890gr e 53cm... Mais um dia muito esperado, repleto de boas emoções que ficará para sempre na nossa memória!

 

Dá para imaginar que a nossa vida tornou a dar uma volta de 360 graus, uma volta que apesar de cansativa, mudou a nossa vida agora para 10000 vezes melhor...

 

Quanto ao Gui só posso dizer que, para já, superou em muito as nossas expectativas... Um Super Irmão, babado e protector, tal e qual a nós... Agora sim, a Família está completa! ❤️

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40 SEMANAS DE MARTIN 💙

Dá para acreditar que chegamos hoje às 40 semanas de Martin? Se com o Gui, pensei que ele nascesse às 39 semanas, com o Martin achei que seria às 38...

 

Tal como na gravidez do Gui sinto-me cansada, pois esta super barriga limita-me imenso, principalmente para dormir, e o Gui tem andado muito mais activo e um bocadinho mais "do contra"... 

 

Tenho estado mais activa que nunca, mas acreditem que nada parece mover o Martin, que parece estar super confortável cá dentro... A continuar assim, já começo a achar que só vai nascer no Natal.... Eh... Eh... Eh...

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BEM-VINDO JULHO 💙

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Para este mês não vou pedir nada, apenas quero agradecer tudo o que vivi até aqui! Agora é certo, o Martin vai nascer mesmo no mês de Julho... 💙

 

COISAS DE GRÁVIDA

Ora aqui está algo que tenho imensas saudades: dormir de barriga para baixo... Mas com a minha super barriga é algo que já vem sendo impossível há algum tempo... Pelos vistos há quem tenha inventado uma solução para este problema, mas eu continuo com sérias dúvidas se isto iria resultar no meu caso... Porque além de uma super barriga, também tenho umas "super mamas de super grávida"! (Eh... Eh... Eh...) 

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