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As Nossas Voltas

A vida dá muitas voltas, e foi numa dessas voltas, que nos tornamos emigrantes e viemos parar a Paris. Um blog sobre um pouco de mim, um pouco de nós, o dia-a-dia e não só.Simples mas cheio de ternura e dedicação!

As Nossas Voltas

A vida dá muitas voltas, e foi numa dessas voltas, que nos tornamos emigrantes e viemos parar a Paris. Um blog sobre um pouco de mim, um pouco de nós, o dia-a-dia e não só.Simples mas cheio de ternura e dedicação!

CONTADO NINGUÉM ACREDITA

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Lembram-se do post de Maio de 2018 no qual eu falava da lentidão para se encerrar uma conta bancária aqui em França?! Pois é, estava bem longe de imaginar que esse processo de mudança bancária fosse nos dar milhentas dores de cabeça...

 

Depois de várias deslocações à agência bancária do Banco BCP (Banque BCP), inúmeros e-mails para saber o que era preciso fazer para acelerar o processo, e depois de tanta indiferença da dita "gerente da conta", foi preciso enviar uma carta registada com aviso de recepção para a central do Banco para que alguém tomasse uma atitude e encerrasse de uma vez por todas a conta bancária! Tudo porque os inteligentes teimavam em fazer as coisas "às pinguinhas"... Num mês transferiam X dinheiro, reclamávamos a perguntar porquê mas ninguém respondia... Uns meses depois mais outra quantia... E claro, cada transferência tinha o seu custo associado... Cheguei a acreditar que estávamos milionários e não sabíamos, pois o Banco parecia que não nos queria largar, ou então não queria mesmo era saber de nós (estava mais que óbvio que não queriam mesmo saber de nós!)!

 

O cúmulo aconteceu quando encerraram a nossa conta deixando a conta do Gui em aberto... Reclamei, reclamei, reclamei.... E mesmo depois da carta registada, enviada em Fevereiro, e vários e-mails trovados, só hoje é que parece que finalmente o dinheiro foi transferido para a nossa nova conta bancária... Sim, parece.... Não vou dar o caso por encerrado porque da última vez que me disseram isso a conta do Gui ficou pendente! Agora é esperar pelo dia de amanhã para ver se o dinheiro foi finalmente transferido!

 

No meio de tanta incompetência e irresponsabilidade, o que mais me enerva é saber que não houve ninguém que reconhecesse esta falha nem pedisse desculpa! E pensar que eu achava que abrir uma conta bancária era difícil... Difícil mesmo é mudar de banco!!! E depois venham-me contar histórias que "na França é que é"...

MULHOUSE

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Para quem não se lembra, nos finais de Outubro, fomos conhecer uma série de cidade da Região da Alsácia, com o Natal e as férias de Inverno, o tempo passou, dei por mim sem um post escrito sobre  a última das cidades que visitámos: Mulhouse.

Mulhouse é a maior comuna do departamento francês do Haut-Rhin e a segunda da região Grande Leste, depois de Estrasburgo. É atravessada por dois rios, o Doller e o Ill, afluentes do rio Reno. Situa-se a aproximadamente 30 km ao norte de Basileia (cidade que visitamos nos dias a seguir, é que falarei num próximo post), na Suíça, a 15 km da fronteira franco-alemã e a 120 km ao sul de Estrasburgo.

 

Confesso que esta cidade não estava nos nossos planos de viagem, mas como sobrou algum tempinho antes de entrarmos na Suíça, decidimos parar aqui cerca de umas 2 horas e explorar um bocadinho...

 

Estacionamos o carro bem perto do centro histórico, e depressa chegamos à principal Praça da cidade: a Plaza de la Réunion, o verdadeiro coração de Mulhouse. Aqui encontramos o famoso Templo de Saint Etienne (le Temple de Sainte Etienne), construído em 1185, uma espécie de igreja, renovada, que antes era uma antiga igreja católica, mas que foi convertido num templo protestante, no ano 1528. 

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Na mesma Praça, encontramos a Câmara Municipal, o chamado Hôtel de Ville, um edifício cor de rosa, do ano de 1553, cujo estilo é renascentista.  As suas pinturas e alegorias representam os vícios e as virtudes. 

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Passando por aqui, andamos pelas ruas da cidade, depressa nos apercebemos que a cidade além de não ser muito grande, é muito menos medieval, existindo um menor número de casas antigas e coloridas... Pareceu-nos que se trata de uma cidade bem mais moderna comparado com Ribeauvillé, Riquewihr, Kaysersberg, Colmar e Eguisheim.

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DSC06832.JPGMulhouse não é uma cidade imperdível mas mesmo assim valeu a pena irmos e irmos à descoberta de mais uma cidade... A partir, seguimos em direcção à Suíça onde ficámos duas noites e descobrimos mais duas cidades... 

EGUISHEIM: A CIDADE DO PAPA LEÃO IX

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Eguisheim foi a penúltima cidade da Alsácia que visitámos, uma cidadezinha bem pequenina que possui menos de dois mil habitantes e que se situa entre colinas cobertas de vinhas, bem próxima da famosa cidade de Colmar. Foi nesta cidade que se começou o cultivo de uvas no território alsaciano, daí a importância deste lugar.

 

A cidade foi fortificada no século XIII e o seu centro foi construído em círculos concêntricos em torno do Castelo de Eguisheim, que, por sua vez, foi cercado por um muro octagonal, que data do século VIII. Por este motivo, Eguisheim possui uma arquitetura peculiar, com ruas estreitas e circulares preenchidas com casas de madeira bem coloridas, decoradas com flores e fontes de água. Se olharmos para o mapa da cidade percebemos melhor este formato das ruas circulares!

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Desde 1985 a cidade recebe vários prémios pela decoração floral das casas, e em  2013, foi votada a Ville préféré des Français, que é como quem diz a "a cidade preferida dos franceses".

 

Aqui não existem propriamente grandes pontos turísticos ou atrações propriamente ditas, a cidade é a atração em si. O melhor é passear pelas ruas, a pé, e ir fotografando todos os detalhes encantadores que estão  espalhados por todos os lados.

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Há muita história nesta cidadezinha, dizem que o Papa Leão IX (1002-1054) nasceu também nesta região, por isso existe uma estátua que honra o Papa na principal praça da cidade, na Place du Château, onde se situa o famoso castelo da cidade, o Castelo de Eguisheim A fonte sob a estátua foi construída entre 1834 e 1836, e é uma das maiores na Alsácia.

 

O castelo de Eguisheim é do século VIII, e é o suposto local de nascimento do Papa Leão IX. A sua parede exterior, que remonta a 720 AD (um monumento histórico classificado) ainda existe para ser apreciada. A pequena igreja ao lado do castelo tem um interior muito colorido, vale a pena entrar e visitar. 

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Mais um local que adorámos visitar por ser tão lindo e parecer saído de um conto de fadas, daqui rumamos de coração cheio à nossa última cidade da Alsácia... 

COLMAR: A PRINCESINHA DA ALSÁCIA

DSC06715.JPGNo nosso segundo dia na Alsácia partimos em direcção a Colmar, a terceira maior cidade da Alsácia, depois de Mulhouse e Strasburgo, uma das cidades destaques da região. Com 67 mil habitantes, cercada de vinhas e cruzada por rios, Colmar foi poupada da destruição da Revolução Francesa, da guerra Franco-Prussiana, e da Primeira e Segunda Guerras Mundiais, o que resultou num centro histórico fabuloso e bem conservado, com mil anos de história.

 

O morador mais ilustre da cidades foi Fréderic Auguste Bartholdi, criador da estátua da liberdade de Nova York, por isso na entrada na cidade pode-se ver uma réplica desta estátua. Todas as atrações turísticas localizam-se no centro histórico que não é muito pequenino mas que pode ser explorado facilmente a pé. Todas as ruas antigas, as praças e os canais têm o seu charme, com uma casa histórica de cada cor ou um detalhe de construção que nos leva a tirar mil e uma fotografias. É impossível não se encantar.

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RIBEAUVILLÉ

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Ribeauvillé foi a primeira cidade da Rota do Vinho da Alsácia que visitámos, uma cidade pequenina, com cerca de 5 mil habitantes, que se localiza a norte de Colmar, uma das cidades mais antigas da Alsácia, cuja história data do século VIII. 

 

A ROTA DE VINHOS E AS VILAS FLORIDAS DA ALSÁCIA

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Alsácia (em francês Alsace) é uma região da França que se localiza a este do país, junto às fronteiras da Alemanha e da Suíça. Durante anos a região teve o controle alternado entre a Alemanha e a França, o que resultou numa mistura única entre influências francesas e germânicas.
 
Terra de sonhos, repleta de vilarejos encantados e medievais pintados em tons pastel, paisagens de tirar o fôlego, colinas verdes e conhecida pela sua famosa rota do vinho (com vinícolas e vinhedos que se estendem por quase 200 km), a Alsácia é quase uma visita obrigatória para quem está em Paris e não só...  Uma região que mais parece ter saído de um verdadeiro conto de fadas!

 

CONTADO NINGUÉM ACREDITA

Esta semana o Presidente francês, Emmanuel Macron, visitou a ilha francesa de Saint-Martin, no Caribe, um ano depois da passagem do furacão Irma... Até aqui nada de anormal, não fosse a polémica foto onde ele aparece com um jovem que faz um gesto obsceno! É óbvio que a foto viralizou na internet e eu cheguei a pensar que se tratasse de uma montagem...

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Diga-se de passagem que, para um Presidente quem em Junho passado repreendeu um adolescente por chamá-lo de "Manu" e pediu respeito, não se compreende como é que desta vez ele achou esta postura adequada! 

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Às vezes fico com a ideia que querem ser tão liberais que chegam a cair no ridículo.... Se é que a isto se pode chamar de ridículo!

A FOIRE DU TRÔNE

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A Festa já começou em Março, mas nós só fomos na passada terça-feira (feriado 8 de Maio) à Foire du Trône, e o dia esteve simplesmente sensacional... 

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Para quem estiver por estes lados, pode ainda aproveitar e dar um pulinho até lá, já que a festa só termina a 27 de Maio! No caso de dúvidas, vejam o site oficial...

O CASTELO DE ANGERS

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Hoje vou falar de uma cidade que conhecemos durante as nossas mini-férias em Maio, na verdade uma cidade que não estava prevista na nossa viagem, mas como no último dia chovia muito em Nantes, passamos de carro nesta cidade e decidimos parar noutro destino, mais precisamente numa cidade que ficava no caminho do nosso regresso a Paris: Angers. 

 

Angers é a capital do departamento de Maine-et-Loire e situa-se a cerca de 300 km a sudoeste de Paris.

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A cidade fica perto da região dos castelos do Loire e o seu principal ponto turístico é o castelo-forte do século XIII cujas muralhas de ardósia impressionam: o Chateau D'Angers.

 

O Chateau de Angers é mais uma fortaleza, do que propriamente um castelo, que se destaca pelas suas imensas torres circulares, construídas com pedras pretas e brancas, e que lhes dão uma certa aparência de bolo em camadas. As muralhas possuem cerca de 800 metros de comprimento e é cercado por 17 torres, com alta capacidade de defesa.

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A origem do Castelo data do século IX, mas a fortaleza com o seu formato atual somente começou a ser construída a partir de 1230. Ficamos tão curiosos com o seu interior que decidimos visitá-lo por dentro.

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No seu interior avistamos um conjunto de prédios, jardins, capela e galerias bem conservadas, e ainda tivemos uma vista sobre a cidade.

 

Um dos destaques do castelo é sua mais antiga e maior coleção de tapeçarias medievais do mundo, com destaque para a “Tapeçaria do Apocalipse”, o seu maior tesouro (em exibição permanente na grande galeria do apocalipse). O tapete possui 70 cenas do apocalipse, com cerca de 100 metros de comprimento, por 4,5 metros de altura. 

 

Aproveitamos para almoçar dentro do Castelo, onde existe um restaurante simpático e visitamos tudo ao pormenor...

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Da cidade, apenas acabamos por visitar o Castelo, uma vez que no final da tarde tínhamos que regressar a casa. Por isso, para quem quiser conhecer mais uma cidade em França, esta pode perfeitamente fazer parte dos planos! Tenho a certeza que vais gostar!

 

 

A MAIOR SALA DE ESPETÁCULOS DA EUROPA

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Foi inaugurada na passada segunda-feira, a segunda maior sala de espetáculos do Mundo, a maior sala de espectáculos da Europa, em França, mais precisamente em Nanterre: a U Arena.

 

A mega estrutura situa-se mesmo atrás do famoso Arco de La Defense, tem a capacidade para acolher 40000 pessoas em modo concerto, e 30000 pessoas em modo estádio, e servirá como sala de espetáculos, jogos de Rugby, entre outros... 

 

O nome da estrutura deve-se ao seu formato em "u", mas este nome é meramente provisório já que se aguarda que uma grande marca avance com um "cheque bem valioso" e mude definitivamente o nome da sala!

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Para quem estiver hoje por Paris, saiba que é hoje que será lançado o fogo de artifício, e  estarão os Rolling Stones a actuar, como principais anfitriões! 

 

Um mega evento que mobilizou toda a cidade para garantir a segurança, só para terem uma pequena ideia, as medidas foram preparadas com um ano e meio de antecedência, pelos serviços policiais, e pela empresa que gere a U Arena.

A ILHA DE RÉ

Em seguimento do post anterior, hoje venho desvendar mais um bocadinho daquilo que conhecemos nessas mini-férias de Maio/Junho, falo da belíssima Ilha de Ré (em francês, Île de Ré).

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A Île de Ré situa-se no Atlântico, no Departamento de Charente-Maritime, na região de Poitou-Charentes, exactamente em frente à La Rochelle, e encontra-se ligada a ela desde 1988 por uma grande ponte de 3 km: a Ponte de l'Île de Ré.

Tem aproximadamente 85 Km2 de área e 26 Km de comprimento, e é a quarta maior ilha da França, ficando atrás da Córsega, Ile d’Oléron e Belle-Ile. Talvez nunca tenham ouvido falar desta ilha francesa, mas tal como a Córsega, ela é uma das ilhas francesas consideradas como destino privilegiado para as férias de verão, para prática de desportos marítimos e contato com a natureza.

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Possui 50 Km de praia, muitas delas longas e de areia fina e clara, e bastante ensolarada. Como a ilha é praticamente plana, é ideal também para quem adora andar de bicicleta pois tem mais de 100km de ciclovias em ótimo estado que ligam as 10 cidades da ilha: Rivedoux Plage, Sainte-Marie de Ré, La Flotte, Saint-Martin de Ré, Le Bois Plage en Ré, Loix, La Couarde sur Mer, Ars en Ré, Les Portes en Ré e Saint-Cément des Baleines.

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Para quem gosta de fazer caminhadas, conhecer a ilha a pé também é uma bela opção, existem mais de 14 circuitos que atravessam as cidades, passando pelas margens das praias, entrando nas florestas, e passando pelas salinas! A escolha é variada já que existem uns circuitos mais selvagens do que os outros.

 

Entre praias, portos (sobretudo os portos de Saint-Martin e La Flotte), cidades, ruelas, mercados, criações de ostras e salinas, a ilha é, sem dúvida um lugar único e mágico que marca qualquer pessoa pela sua beleza natural. Prova disso são os inúmeros artistas, pintores, escritores e músicos que se inspiraram nesta ilha!

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Ficamos apenas um dia nesta ilha, por isso exploramos este lugar apenas de carro, mas mesmo assim conseguimos ter uma visão bastante abrangente sobre este lugar tão natural e preservado. Não sei se alguma vez iremos voltar, mas sei que independentemente disso, esta pequena ilha francesa ficará no nosso coração, foi aqui que o Gui foi pela primeira vez à Praia e foi aqui que a França nos conseguiu surpreender com este cantinho mágico! Arrisco-me até a dizer que este foi o lugar, em França, que mais nos marcou e nos apaixonou até hoje!

A CIDADE BRANCA

Talvez não se lembrem, mas no final do mês de Maio fomos explorar um bocadinho mais a França, e tal como tinha prometido, hoje decidi fazer um post sobre uma das cidades que fomos conhecer nessa altura: "La Rochelle". 

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La Rochelle, para quem nunca ouviu falar, é uma cidade de praia bastante conhecida dos franceses. É óbvio que a região da Riviera Francesa, no Mediterrâneo, é o destino mais conhecido de praia na França (seguido por Biarritz, no País Basco francês), mas há alguns lugares na costa atlântica que também são procurados pelos franceses, principalmente durante as férias de verão, e La Rochelle é um deles.

 

Localizada no sudoeste da França, no departamento Charente-Maritime, Região Poitou-Charentes, é conhecida pela beleza rara do seu Porto e pelo seu centro histórico. Hoje, por toda a sua história e estado de conservação, o seu Porto está inscrito na lista do Património Mundial da Unesco.

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A cidade é também conhecida como "La Ville Blanche" (a Cidade Branca), por causa das fachadas de pedra calcária que ficam clarinhas com a luz do sol, foi um dos principais portos marítimos da França entre os séculos 14 e 17.

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Entre as principais atrações estão o "Vieux Port" (ou Porto Velho) com as suas três torres de La Rochelle (la Lanterne, Saint-Nicolas e La Chaîne) que remetem ao passado e estão cercadas por cafés e restaurantes, a "Porte de la Grosse Horloge" (a Porta do Grande Relógio), o museu de história natural, o aquário e a catedral (estes três últimos não tivemos oportunidade de visitar).

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Com mais de mil anos de história, esta cidade é ainda cercada por edifícios históricos, dos séculos XV a XVIII, e se destaca por ser um grande centro de prática de desportos aquáticos, como vela, mergulho, natação, entre outros.

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Tem praias tranquilas e um clima bom (tem mais de 300 dias de sol por ano), bons hotéis, restaurantes e bastantes atrações noturnas, e talvez por isso a cidade receba cerca de três milhões de pessoas todos os anos.

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De entre as praias, destacam-se três:

-  a Praia de La Concurrance (muito próxima do Porto Velho, é muito pequena, mas bastante agradável)

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- a Praia des Minimes (situa-se ao lado do Port des Minimes e Peres Park)

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- e a Praia Chef de Baie (situa-se na parte superior da cidade, em direção do porto de pesca Pallice, é uma praia bastante rochosa)

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Estivemos nesta cidade apenas dois dias, mas depressa constatamos que trata-se de uma cidade cheia de encanto, que nos conquistou completamente, pelo seu clima quente, pelos seus monumentos e pelas suas praias! Para quem pretende explorar a França, aqui fica a dica, dêem um saltinho até lá e comprovem vocês mesmos toda a beleza que por lá existe.

 

E vocês, conheciam esta cidade?

"FAMILEO": A REDE SOCIAL DA TERCEIRA GERAÇÃO

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Numa época em que as redes sociais dominam, e o uso de cartas e postais está quase ultrapassado, os idosos são muitas vezes deixados de fora por não dominarem as novas tecnologias. Para ultrapassar este problema, e com o objectivo de aproximar as gerações, uma empresa francesa, com sede na cidade de Saint-Malo, desenvolveu uma aplicação chamada "Famileo". 

 

O princípio é simples: a família/amigos inscrevem-se no site Web, escolhem um pacote (que varia entre 5 a 18€, conforme o número de fotos e a periocidade), a seguir transferem a aplicação para o telemóvel/tablet e a partir daqui têm acesso a uma rede social privada e segura onde podem enviar mensagens e fotografias. A seguir, os conteúdos são tratados e colocados em formato papel, numa espécie de Diário Personalizado, e enviados ao destinatário. 

 

O conceito foi inicialmente concebido para o lares, de forma a combater o isolamento e a manter as pessoas conectadas com os seus familiares, que se encontram espalhadas pelo mundo, mas a ideia foi tão boa que, rapidamente, foi alargargada para todas as pessoas idosas que estejam no seu domicílio.

 

Hoje existem até lares que oferecem de forma gratuita este serviço aos seus residentes! Uma ideia genial, não acham?! Já imaginaram que bom era se támbem existisse em Portugal? Acho que seria um sucesso também!

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ESTA É A MINHA CARA...

Quando me perguntam se retiro o aparelho dentário para lavar os dentes!

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(É verdade, duas colegas de trabalho já me fizeram esta pergunta no hospital... É caso para dizer: contado ninguém acredita!)

PARIS VAI TER TÁXIS QUE VOAM!

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Paris quer tornar-se na cidade do futuro e ter carros menos poluentes e sem motoristas que circulem nas ruas, mas antes disso os franceses e os turistas irão descobrir algo ainda mais inovador: os táxis voadores.

 

É já em Março que estes táxis começam a voar sobre o Rio Sena, tornando-se assim na primeira cidade do Mundo a ter "táxis que voam". Uma medida que promete ser parte da solução para o trânsito de Paris.

 

O carro que foi batizado pelo nome "Sea Bubble" tem a forma de ovo e possui quatro asas submersas. É feito de fibra de vidro, possui baterias recarregáveis por energia solar e tem zero emissão de CO². Inventado pelo velejador francês, Alain Thébault, e pelo surfista sueco, Anders Bringdal, o novo veículo será capaz de transportar quatro passageiros.  

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A ideia é que até Junho meia dúzia destas bolhas estejam voando sobre o Rio Sena. Ainda não são conhecidos os preços de cada viagem, por isso ainda há dúvidas se este transporte venha a ser uma real alternativa aos táxis em Paris, caso contrário ficará reservado a uso turístico.

 

A ideia é sem dúvida bastante interessante, temos é que aguardar para que seja lançada ao público e vermos se os preços nos convidam a experimentar!