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As Nossas Voltas

A vida dá muitas voltas, e foi numa dessas voltas, que nos tornamos emigrantes e viemos parar a Paris. Um blog sobre um pouco de mim, um pouco de nós, o dia-a-dia e não só.Simples mas cheio de ternura e dedicação!

As Nossas Voltas

A vida dá muitas voltas, e foi numa dessas voltas, que nos tornamos emigrantes e viemos parar a Paris. Um blog sobre um pouco de mim, um pouco de nós, o dia-a-dia e não só.Simples mas cheio de ternura e dedicação!

O SEGUNDO MÊS DO MARTIN

Tal como aconteceu no primeiro mês, o segundo mesinho do Martin foi passado metade em Portugal e metade aqui... E diga-se de passagem que foi um mês repleto de transformações maravilhosas...

 

De repente aquele bebezinho dorminhoco que tínhamos até ali começou a ter percepção do mundo... Foi giro ver todo o processo de descoberta... Começou a observar todos os nossos movimentos, a ficar atento a tudo, a prestar atenção às nossas vozes e a seguir objetos com os olhos. E se há rosto e voz que ele adora é a minha e a do seu mano, é mesmo surpreendente ver o interesse que o Gui desperta no Martin! 

 

Ao contrário do Gui, o Martin é muito mais sossegado e dorminhoco. Adormece facilmente sozinho, mas não gosta de se sentir isolado, por isso nada de o colocarmos longe do barulho pois ele não gosta mesmo nada.

 

Sorri cada vez mais e mais, é super simpático tanto para nós como para rostos menos familiares, e se começarmos a falar com ele, ele esforçasse para falar connosco através de sons, é mesmo super fofo! 

 

Outra conquista foi vê-lo a fazer movimentos bruscos com os bracinhos e as perninhas cada vez que está excitado ou alegre... O Gui acha sempre que nestes momentos ele está a pedir uma espécie de "ajuda", por isso a maior parte das vezes diz-lhe para ter calma pois não está sozinho... 

 

Começou a interagir com alguns brinquedos, sobretudo com aqueles que se movimentam ou emitem algum som, e o Gui já percebeu do que o mano gosta, por isso preocupa-se com ele e quando vê que ele não tem nenhum brinquedo com ele vai procurar um para lhe dar.

 

Em relação à comida, de dia continua a comer a cada 2 ou 3 horas, pode ser mais ou pode ser menos, de noite continua a acordar de 2 em 2 horas... Acho que consegue ser mais comilão do que o Gui! (Eh... Eh... Eh...) À conta disso, ontem fomos à Pediatra e ficamos a saber que pesa agora 6.300gr e já mede 63.5cm! É claro que as roupas depressa deixaram de lhe servir...

 

Ontem teve direito às primeiras vacinas, às dos 2 meses, escusado será dizer que chorou e muito, durante uns 2 longos minutinhos, apesar da pediatra lhe ter prescrito uns pensos anestésicos (impregnados com liocaína) para colocar 1 hora e meia antes. Felizmente só fez um episódio de febre no final do dia que reverteu com a administração do paracetamol... 

 

As cólicas continuam bem menores, acho que o Martin sofre bem menos do que o Gui pois além de quase não chorar, tem dois ou três episódios por dia... Mas nada que a medicação não resolva.

 

Hoje olho para trás e confesso que este segundo mês passou demasiado rápido, pois com as férias de Verão e a entrada do Gui para a Escola, fiquei com a percepção que não pude "aplaudir" com calma cada nova conquista do nosso Bebé Martin... De qualquer forma, mesmo no meio desta correria foi maravilhoso sentir que o nosso Principezinho 2 continua a crescer de forma saudável!

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A PRIMEIRA SEMANA DO GUI NA ESCOLA

Começamos a Escola com uma semana de atraso, e tínhamos muito receio que o Gui fosse penalizado por não ter estado presente na semana de integração... Felizmente tudo parece correr bem e, ao fim de quatro dias de aulas, o Gui já diz que "a escola é mesmo fixe"!

 

Hoje acordou e apenas disse uma vez que não queria ir à escola, desvalorizei aquela frase negativa e disse-lhe que tinha que tomar o pequeno-almoço para não ficar com fome e poder brincar com os novos amigos... A partir dali foi tudo demasiado simples, tão simples que até estranhei tanta vontade para regressar à escola depois de um fim-de-semana de festa cá em casa... Saiu do carro todo contente, pegou na mochila e no seu doudou, e dirigiu-se para escola apressadamente, entrou na sala de aula timidamente sem eu lhe dizer nada e nem olhou se quer para trás para me dizer um "até já"... No final do dia estava todo contente por ter estado na escola a brincar e disse até que amanhã queria ir para a escola outra vez!

 

Parece que o Principezinho Gui está mesmo muito crescido, e se em casa é um verdadeiro pestinha, na escola parece o "Anjinho Gabriel"... (Eh... Eh... Eh...) Agora é torcer para que tudo continue no bom caminho!

 

E por aí, como foi esse início de aulas?

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E ASSIM NASCEU O MARTIN 💙

Andava há algum tempo para escrever este post, mas precisava de algum tempo e de alguma concentração para o escrever, para que ele ficasse o mais fiel possível da realidade... Hoje lá o consegui finalizar e, numa espécie já de saudade, porque este é sem dúvida um momento único e inesquecível, partilho-o com vocês...

 

Faz hoje exactamente 60 dias que passei uma "noite em branco"... O dia tinha corrido normalmente, sem nenhum sinal de que o Martin estaria prestes a nascer... Eram cerca da 1h30min, da madrugada, quando comecei a ter "contracções chatas" que me impediam de estar muito tempo na mesma posição... Passei essa noite a dar "voltas na cama, ora para a esquerda, ora para a direita", evitando fazer barulho para o R. não acordar pois tinha que ir trabalhar... Assim que o despertador do R. tocou, por volta das 5h30, disse-lhe que podia ir trabalhar mas que estivesse em "alerta" pois sabia que o Martin não iria demorar muito para nascer... 

 

Perto das 7h, as contracções começaram a intensificar-se, a ficar mais dolorosas e regulares (todos os 5-7 minutos)... Levantei-me da cama,  apesar de estar cansada, pois não me sentia confortável, e coloquei tudo o que me faltava na mala de maternidade... Peguei num papel e numa caneta e comecei a registar todas as contracções para ter um registo fidedigno...  Às 10h, perdi o rolhão mucoso e as contracções começaram a ficar mais espaçadas... Fui tomar um banho para relaxar... Assim que saí do banho as contracções recomeçaram, mais dolorosas ainda, todos os 5-7 minutos... Peguei no telemóvel e enviei uma mensagem ao R. para vir para casa pois achava que não ía conseguir ficar em casa  por muito mais tempo...

 

Era quase meio-dia quando o R. chegou a casa, não almoçamos porque não queria esperar mais tempo, e mesmo sendo mãe de segunda viagem, queria saber se estava tudo dentro da normalidade... 

 

Assim que chegamos às urgências da Maternidade, que por sinal estavam caóticas, as contracções começaram a diminuir subitamente.... Parecia que estava a reviver o parto do Gui... Mesmo assim, entrei  para ser avaliada e, durante esse tempo que durou cerca de 45  minutos, apenas senti duas contracções e fiquei a saber que apenas tinha 1cm de dilatação... A enfermeira parteira disse-me então que podia ir para casa descansar, pois não havia nada de alarmante... Mas eu sabia que descansar não era a melhor atitude a tomar, sabia que o momento estava para breve, e eu só queria que fosse algo rápido, não queria passar mais uma "noite em branco"...

 

Saímos das urgências e disse ao R. que o melhor seria almoçar algo rápido para depois irmos fazer uma caminhada... Fomos ao MacDonald's, comemos uma hambúrguer e, como estava muito calor, optamos por ir para o Domaine de Chamarande pois  é um parque onde existem muitas "sombras"... Mal chegamos ao local e começamos a andar as contrações recomeçaram, de forma intensa e todos os 5-10minutos... Fizemos um trajecto relativamente extenso mas muito demorado, era obrigada a parar imensas vezes pois as contracções impediam-me de andar... Estava muito cansada mas sabia que o melhor era andar, para acelerar o processo... Ficamos ali cerca de 1 hora e voltamos para casa, sempre com as contracções regulares e dolorosas... À medida que o tempo passava, começava a ficar com mais dores, uma dor tão insuportável que me impedia de fazer qualquer coisa... Aguentei o máximo de tempo que pude em casa, às 20h e tal comecei a dizer que não aguentava mais e tínhamos que ir para a maternidade... Não sei como consegui jantar, mas jantei, depois foi tentar chegar ao carro... Estava cheia de dores, tentei ser forte mas as dores eram tão fortes que comecei a chorar... A muito custo, cheguei às urgências a chorar, completamente esgotada... Não  aguentava mais tanta dor... 

 

Felizmente, assim que demos entrada na urgência, apareceu  uma enfermeira parteira super simpática que, vendo o meu estado, disse-nos para entrarmos de imediato... Fui examinada e ficamos a saber que já tinha 4 centímetros de dilatação... Num misto de dor e alegria, chorei compulsivamente pois sabia que o Martin ía finalmente nascer! 

 

Como as urgências continuavam caóticas, fiquei na sala de observações e o anestesista colocou-me o catéter epidural mesmo ali... Ainda esperei uns 30 minutos até ele estar disponível, mas assim que me colocaram o catéter epidural, com a medicação em perfusão, fiquei super zen, estava tão bem que podia dormir 200 anos de tão cansada que estava...

 

Esperei umas duas horas até ficar disponível uma sala de partos, entretanto a enfermeira que me tinha admitido tinha ido embora e tinha ficado outra, super simpática também... Explicou-nos como tudo se iria desenvolver e deixou-nos na sala de partos... Agora era esperar até a dilatação total, para o Martin nascer...

 

Durante este processo de espera, eu e o R. brincámos imenso com a situação, parecia que, de repente, estávamos a reviver outra vez o parto do Gui... O tempo ía passando, e nós íamos ficando cada vez mais cansados e com mais sono.... Até que de repente, os batimentos cardíacos do Martin começaram a descer repentinamente (de 160 passaram para os 60 e tal, tal e qual como aconteceu no parto do Gui), começamos a ficar muito preocupados, de imediato a enfermeira parteira acalmou-nos, e cada vez que isto acontecia ía mudando de posição na maca... Confesso que fiquei com medo que algo pudesse acontecer... Ao mesmo tempo, comecei a tremer de forma descontrolada, tudo devido ao efeitos secundários da medicação administrada pelo catéter epidural... Procurei ficar calma e abstrair-me dos piores pensamentos, porque acreditem que é uma sensação horrível estarmos a tremer de tanto frio, que parece que temos, e não nos conseguirmos controlar... Fiz uma viagem mental até ao México tentando reviver os melhores momentos que passamos na nossa lua-de-mel... Não sei exactamente quanto tempo durou este pesadelo, talvez umas 2 horas, não sei precisar... Para nós, tempo de mais... E quando menos esperamos, tinha chegado o momento do Martin nascer... 

 

Foi um processo relativamente rápido, confesso que não sei onde consegui arranjar tanta força... Mas assim que ele saiu e o vi, chorei de tanta felicidade...

 

Já o Martin, chorou de forma discreta, a enfermeira colocou-o em cima de mim, e eu pude finalmente abraçá-lo, com as poucas forças que ainda me restavam... Foi impressionante ver as semelhanças do Martin com o Gui, pareciam fotocópia um do outro de tão iguais que eram...

 

O R., mais uma vez, esteve sempre super calmo, cortou o cordão umbilical, depois a enfermeira limpou o Martin minimamente, pesou-o, mediu-o e tornou a colocá-lo junto do meu peito...  Foi desta forma que, no dia 17/7/2019, às 3h27 da madrugada, nasceu mais um Principezinho, o Martin, com 3.890gr e 53 centímetros. 

 

Como o Martin tinha feito muitas vezes bradicardias, no trabalho de parto, não pude amamentá-lo de imediato, teve que ficar em jejum 2 horas para saber se estava tudo bem com ele... Ficámos então os 3, juntinhos, ali naquela imensa sala, a saborear aquele sublime momento, até a enfermeira parteira confirmar que tudo podíamos estar tranquilos... O R. vestiu então o Martin, com a roupinha super fofa que tinha sido programada, a seguir foi a minha vez de me arranjar para podermos, finalmente, subir para o nosso merecido quarto e desfrutarmos deste doce momento...

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Cada vez que penso nos partos do Gui e do Martin, fico impressionada com o tamanho da força que há dentro de nós depois de um parto... Estou eternamente grata a mim mesma por ter superado tudo com tanta vontade e entrega, e estou eternamente grata por todo o apoio que o R. sempre me deu...

 

Sabia que a dor fazia parte do processo natural do trabalho de parto, o que eu desconhecia, antes de ser mãe, é a magia que existe em pegar no bebé logo após o parto normal, e isso eu pude viver da forma mais intensa, quer no parto do Gui como do Martin... Esse momento é de facto tão maravilhoso e tão único, que não há dinheiro nenhum no Mundo que pague esse momento tão extraordinário

O PRIMEIRO DIA DE ESCOLA DO GUI

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O Gui começou a ir à escola uma semana depois desta ter começado, pois estávamos de férias em Portugal e não dava para vir antes... A directora da escola estava informada de tal e, a seu pedido, tinha mesmo entregue uma carta a informar sobre o mesmo...

 

Sabíamos que não ía ser muito bom ele perder a primeira semana de integração, mas à medida que as férias chegavam ao fim íamos explicando ao Gui o motivo dele ir para a escola assim que chegássemos à nossa casa...

 

Ontem foi o tal dia, o dia de começar a ir à escola... Comecei por acordá-lo, e mal abriu os olhos, sem me dizer o seu típico bom-dia, disse-me com um tom amuado que não queria para a escola... Contei-lhe maravilhas sobre a escola, e o motivo dele ter de ir, e deixei-o a reflectir sobre o assunto... Enquanto isso, eu vestia-me e preparava o Martin também... Sempre a resmungar, o Gui lá acabou por vir ter à sala, tomou o pequeno-almoço, coloquei-o prontinho para sair e lá fomos nós em direcção à Escola...

 

Durante o percurso de casa à escola, e por incrível que pareça, o Gui fartou-se de repetir que queria ir para a escola, mas assim que entramos na escola e fomos acompanhados à sala de aula o Gui começou a dizer que queria ficar com a mamã... Fiz-me de forte, tornei a explicar o motivo dele estar ali e prometi-lhe que o iria buscar... Ao fim de umas três tentativas, a Educadora (que não tem o ar mais simpático do mundo) pegou-lhe na mão e acompanhou-o a uma das mesas onde brincavam 3 meninas mais pequeninas... No mesmo instante, o Gui olhou para trás a chorar e a chamar por mim, disse-lhe chau e saí dali no mesmo instante... Confesso que foi duro vê-lo chamar por mim e ignorá-lo...

 

Assim que cheguei ao carro, senti que tinha um "nó na garganta e o coração apertado" só de pensar que ele podia achar que eu o tinha abandonado na "mão de pessoas estranhas"... Tentei abstrair-me daquele momento, fui para casa com o Martin, e durante aquele tempo imaginei todo o percurso que ele estaria a fazer naquele momento...

 

Eram 16h quando fui buscar o Gui, entrei na escola, dirigi-me à sala de aula para fazer fila, onde estavam já outros pais para recuperarem os filhos, e mal me viu desatou a chorar e a chamar por mim... Foram 2 ou 3 minutos ainda na fila, à espera de poder dar um abraço apertado ao meu Principezinho, e assim que ele saiu deu-me o abraço mais apertado e perguntou pelo mano...

 

Fiquei a saber que o dia tinha corrido bem, tinha chorado só quando o deixei, brincou com os alguns meninos da sala, dormiu 1h e meia, mas só almoçou o pão e a fruta... Sabia que o almoço na cantina da escola não lhe iria agradar muito, e dei por mim a reparar que ele não era o único pois haviam imensos país que já levavam com eles um lanche para dar aos filhos assim que eles saíssem da escola.

 

No regresso a casa, o Gui vinha cheio de fome, mas parecia contente, contou-me o que tinha feito durante o dia e fartei-me de rir quando ele me confidenciou que não gostou da comida da escola porque não era boa, pois ele gosta mesmo é de comer carne e arroz, e não tomates e cenouras!

 

Hoje, foi o segundo dia de aulas, acordou com a mesma filosofia de não querer ir, e eu tornei-lhe a contar maravilhas da Escola, e a dizer-lhe que era normal ele agora não gostar mas que com o tempo ía passar a adorar... Lá acabou por mudar de ideias e ceder... Dirigiu-se à escola contente, mas mal chegou à sala de aula queria vir embora.... Hesitou umas 3 vezes, e quando decidiu finalmente entrar, despedi-me de longe e vim embora apressadamente pois ouvi-o a choramingar...

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Vamos lá ver quantos dias vão ser precisos para ele se integrar, até lá é continuar a torcer para que ele esteja sempre rodeado de pessoas maravilhosas!

 

E por aí, como foi que tudo se passou? Que estratégias utilizaram para tornar esta fase mais fácil? Vá lá, partilhem connosco como foi...

OLÁ MUNDO 💙

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Já devem ter suspeitado desta minha ausência por aqui no blog... Pois é, faz hoje uma semana que eu e o R. "corríamos" para a Maternidade, com contracções rítmicas e dolorosas... Ao fim de 40 semanas e 4 dias, exactamente no dia 16 de Julho, o Martin dava sinais de que queria finalmente nascer... Mas foram precisas mais umas horas, pois ele achou que seria melhor nascer com 40 semanas e 5 dias, no dia dos 7, mais precisamente no dia 17 de Julho (17/7)  às 3h27min (hora francesa)...

 

Hoje passei só para vos dar esta excelente notícia, prometo partilhar com vocês esta minha segunda experiência do parto... Um parto normal, onde nasceu um Principezinho 2, mais gordinho que o Gui, com 3.890gr e 53cm... Mais um dia muito esperado, repleto de boas emoções que ficará para sempre na nossa memória!

 

Dá para imaginar que a nossa vida tornou a dar uma volta de 360 graus, uma volta que apesar de cansativa, mudou a nossa vida agora para 10000 vezes melhor...

 

Quanto ao Gui só posso dizer que, para já, superou em muito as nossas expectativas... Um Super Irmão, babado e protector, tal e qual a nós... Agora sim, a Família está completa! ❤️

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COMO PREPARAR UM QUARTO PARA O BEBÉ

Preparar um quarto para um recém-nascido pode ser uma experiência divertida e recompensadora, mas igualmente cansativa e maçadora, principalmente se não souber por onde começar.

Existem vários elementos na decoração que são absolutamente essenciais, tais como o berço e um sítio onde o bebé possa ser alimentado. De modo a poder ajudar, sobretudo os pais de primeira viagem, achei que seria pertinente escrever um post com alguns pontos de partida e dicas para começar a arrumar e decorar o “novo” quarto.

 

A disposição da mobília é essencial

Para começar, o ideal será desenhar uma planta do quarto, arquitectando a maneira como os móveis estarão dispostos no quarto. Aqui é importante que tenha vários cuidados extra: não deixe o berço perto da janela ou das cortinas para evitar as correntes de ar e o mais longe possível de focos de electricidade.

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O armário para guardar as fraldas deve ser colocado perto do berço, por questões práticas. Igualmente perto deve estar um sofá ou uma cadeira confortável, de preferência junto a uma janela, para que possa embalar e alimentar o bebé. Pense bem qual a peça que escolhe, pois vai ser um lugar onde passará muito tempo durante os primeiros meses de vida do bebé.

 

O roupeiro deve estar sempre presente

Pode optar por adquirir ou pedir um roupeiro de bebé à medida a profissionais experientes. Se a ideia for ter mobília a longo prazo e se o quarto do bebé for para quando crescer, o ideal será mandar fazer um roupeiro embutido ou um closet mais neutro.

 

Roupa de cama: a segurança em primeiro lugar

Os cobertores, as mantas, as colchas, os lençóis e as almofadas estão contra-indicados pelo risco de asfixia, o bebé pode movimentar-se, cobrir o rosto e asfixiar!

O ideal é usar um saco de dormir, desta forma o bebé vai ficar coberto à noite inteira, sem o risco de sufocar, permitindo que os pais e o bebé tenham um sono mais tranquilo.

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Existem com ou sem mangas, em tecido mais quente ou mais fresco, de acordo com a estação do ano que se pretende utilizar, e em vários tamanhos (normalmente dos 0 aos 24 meses). O ideal é ter pelo menos dois sacos de dormir, pois permite alternar quando o bebé acorda molhado, ou quando o coloca para lavar. Utiliza-se quando o bebé dorme no berço ou na alcofa.

Aqui em França é OBRIGATÓRIO, desde que o bebé nasce até aos 18 meses.

Para proteger o colchão, opte por um lençol de berço, sem bordados, com elástico e feito de 100% de algodão, uma vez que este material é altamente respirável, ajudando na circulação do ar, o que fará com que o sono do bebé seja muito mais confortável e tranquilo.

 

Escolher a cor ideal e harmoniosa

Aposte em cores claras que transmitem um ambiente tranquilo, confortável e harmonioso. As paredes devem ter um tom claro, assim como a roupa do berço. No entanto, pode dar um pouco de vida e alegria ao quarto, estimulando ligeiramente (para não excitar em demasia) as sensações do bebé através das cores utilizadas.

Para dar este toque, o ideal é utilizar alguns elementos coloridosque chamem a atenção para o detalhe e dar um ar vibrante ao quarto do bebé. Ainda assim, o melhor é não abusar destes elementos para não estimular a excitação.

Lembre-se que os bebés passam muito tempo deitados de barriga para cima... Assim sendo, porque não pintar o tecto com algum mural, pinturas harmoniosas, ou um jogo de animais, que estimulem o cérebro do bebé?

 

Atenção aos pequenos detalhes

É de primordial importância que o quarto esteja sempre limpo e arrumado, por uma questão de saúde e protecção de possíveis alergias. Como tal, as roupas do bebé devem estar bem arrumadas e de fácil acesso, bem como todos os brinquedos e outros acessórios.

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Outra acção absolutamente essencial passa por fazer todas as reparações necessárias para adaptar o quarto com toda a segurança e conforto que bebé necessita. Não se esqueça de tapar as tomadas eléctricas e colocar redes protectoras e, caso tenha receio de mexer, peça ajuda a um electricista.

Certifique-se que o berço está bem montado, sem parafusos soltos ou elementos que possam magoar a criança, bem como o resto da mobília presente no quarto e outras divisões da casa. Não coloque objectos pendurados e arranje protectores para as portas.

Siga estas dicas e terá o sítio perfeito para o bebé crescer feliz e em segurança!

O TERCEIRO ANIVERSÁRIO DO GUI

O Gui completou 3 aninhos no passado dia 6 de Junho, mas a verdadeira festa, e como já vem sendo habitual foi no sábado, mais precisamente no dia de 8 de Junho.

 

Mais uma vez, e como o sol acabou por aparecer, fomos para o Domaine de Chamarande para festejar em grande. Os convidados foram praticamente os mesmos do ano passado, só não puderam estar presentes os Padrinhos do Gui, a Jess e o G.

 

Este ano escolhemos o Tema do Patrulha Pata (como o Gui diz: "da Pata Acção") um dos desenhos animados favoritos do Gui. A decoração foi toda planeada por mim, mas desta vez o bolo não foi feito pelas minhas amigas (pois a Jess não estava presente), por isso eu e a minha irmã mais nova decidimos arriscar tudo e fazer pela primeira vez um Bolo de Cake Design... Diga-se de passagem que o Bolo foi de facto o que nos deu mais trabalho a fazer, mas o resultado final ficou bem acima do esperado! Baseado nos bolos que fui pesquisando na internet, planifiquei como seria o do Gui, a minha irmã escolheu e fez a massa (um bolo de banana, tal como o Gui adora) e na decoração além de mim e da minha irmã, tivemos ainda uma ajudinha especial do namorado da minha irmã e do meu sogro!

 

Mais uma vez, tivemos um dia quase, quase, perfeito... E o mais giro foi ver a euforia do Gui por saber que aquela festa era especialmente para ele! 

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ÉCOLE MATERNELLE - PARTE 3

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Tal como já tinha contado, o Gui em Setembro entra para a chamada "École Maternelle", por isso depois das férias de Verão deixará definitivamente de ir para a ama dele, a Assistente Maternelle que ele tanto gosta...

 

Tal como tinha sido já agendado, na sexta-feira fomos então conhecer a escolinha do Gui na presença da Directora da Escola e para o meu grande espanto o Gui estava todo entusiasmado com tantos miúdos juntos que só queria entrar nas salas e ficar com eles! A Directora pareceu uma pessoa calma, disponível, simpática e super acessível, fiquei com uma boa impressão geral de tudo e o mais giro foi quando ela fez questão de referir que haviam duas animadoras portuguesas na escola, por isso se o Gui tivesse alguma dificuldade em se exprimir em francês haveria sempre alguém que o compreenderia melhor. Ainda tivemos contacto com as duas animadoras, trocamos umas palavrinhas em português e assim que o Gui percebeu que elas falavam a mesma língua que nós, não hesitou em dar a mão a uma delas assim que esta o convidou a ir com ela ter com os outros meninos ao recreio.

 

Foi muito bom sentir que este primeiro contacto despertou uma grande curiosidade no Gui, falta agora saber como será realmente... Entretanto, ontem tivemos uma reunião com todos os pais para esclarecer algumas dúvidas que pudessem existir e aproveitamos para escolher o tal dia para a adaptação de 1 hora... Agora é esperar pelo dia 13 de Junho para ver como é que o Gui vai reagir quando ficar 1hora na escolinha com os outros meninos sem a minha presença... Eu estarei algures numa sala a terminar a inscrição dele e ele terá "o primeiro contacto a sério", naquela que vai ser a escolinha dele durante algum tempo...

ECOGRAFIA DO TERCEIRO TRIMESTRE

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Fiz a ecografia do terceiro trimestre na passada quinta-feira, exactamente com 32 semanas e 6 dias de gravidez e ficámos a saber que está tudo bem com o nosso Principezinho 2. 

 

Pesa cerca de 2100gr e mede uma média de 43cm, e estava tão teimosinho que não quis mostrar a carinha de forma a podermos registar o seu rosto na ecografia. Escondeu-se tanto que apesar do médico andar a fazer umas manobras para que ele se mexesse, ele continuou "na dele", bem "escondidinho"... Conseguimos apenas uma "foto" de perfil, e tanto eu como o papá R. achamos que já deu para ver que tem muitas semelhanças com o Gui... 

IMG_9850.JPGO "malandreco" estava sentado e não na posição cefálica ("de cabeça para baixo"), a posição ideal para o parto, por isso no final do mês de  Junho lá vamos nós repetir a ecografia só para ver se ele está correctamente posicionado! 

SOCORRO O GUI NÃO COME LEGUMES

O Gui está prestes a fazer 3 aninhos, mas não está nada fácil que ele coma legumes, nem em saladas, nem cozidos, nem salteados, nem em forma de "desenhos animados"... E não é por falta de exemplos cá em casa, pois nós comemos imensos legumes e, de uma forma ou de outra, fazem parte do nosso almoço e jantar! 

 

Acho que cada cada vez que lhe colocamos os legumes no prato ele deve pensar exactamente assim....

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... Pelo menos faz exactamente esta cara assim que vê os legumes a chegar à mesa! (Eh... Eh... Eh...)

 

Felizmente é raro recusar comer a sopa de legumes, por isso ao almoço e ao jantar a sopa faz parte sempre do menu dele, caso contrário não sei como iríamos fazer para ele comer legumes... Falta saber se os hábitos alimentares vão mudar quando fôr em Setembro para a escolinha...

 

E por aí, também foi ou está a ser difícil esta tarefa?

SER MÃE DÓI

Ser mãe é a experiência mais forte, transformadora e engrandecedora que uma mulher pode experimentar, mas ser mãe também dói, faz-nos sofrer, corta a nossa carne e o nosso coração. Parece que, como nunca, na maternidade se faz valer aquele ditado “no pain, no gain” e vivemos isso todos os dias, do nascer até o pôr do sol e do pôr do sol até ao nascer novamente. 

 

Dói quando vemos o nosso corpo transformar-se, quando sentimos o corpo dividir-se em dois para trazer uma nova vida, quando as nossas hormonas entram em ebulição. 

 

Dói ver a dor da cólica, a dor dos dentes a nascer, a dor da primeira rejeição. Dói quando não podemos dormir uma noite inteira de sono, quando temos que nos levantar da cama muitas mais vezes do que aquelas que gostaríamos, quando não descansamos por meses a fio. Dói muito quando eles ficam doentes, quando não sabemos o que eles têm, quando eles se põem a chorar... 

 

Dói não podermos fazer mais o que fazíamos antes, não ter tempo para ir ao cinema, não conseguir nem tomar um café... Dói não poder mais chegar a casa e ver televisão de pijama, deitada no sofá, não poder dormir e acordar à hora que bem entendermos, não ter mais o direito de ir e vir sem se preocupar com todo uma logística por trás. 

 

Amamentar dói, não amamentar dói mais ainda... Dói quando o filho não come, quando ele insiste em fazer birras, quando ele faz o contrário do que gostaríamos... Dói quando não sabemos se estamos no caminho certo, quando não temos certeza se estamos a ser uma boa mãe... Perguntamo-nos se tudo é mesmo tão difícil, tão complicado, tão desafiador...

 

Dói quando nos sentimos culpadas (e nós culpamo-nos por quase tudo), quando as pessoas nos culpam, quando nos vemos julgadas. Dói ouvir palpites a todos os momentos, ouvir críticas da forma como estamos a criar, do nosso jeito de educar... Dói quando alguém dá algo para o nosso filho comer sem pedir a nossa autorização, quando nos desautorizam, quando fazem pouco caso às regras que consideramos importantes...

 

Dói, e dói muito, dói acima de tudo o medo que ser mãe traz. O medo do futuro, o medo da violência, o medo que o nosso filho venha a sofrer... Nós, mães, gostaríamos de poder protegê-los para sempre, assim como fazemos quando eles são bebezinhos, mas isso não é possível... Eles são do Mundo! E dói saber que eles são do Mundo, porque um dia vão-se embora, deixam a nossa casa e deixam a convivência diária para trás.

 

Dói pensar que um dia os abraços não serão mais tão frequentes, o sorrisos poderão ser só de final de semana e um telefonema poderá ser o que de mais próximo teremos por semanas ou até meses. Dói pensar na saudade, na falta, na ausência... Dói pensar que o Mundo os levará para longe sem dó nem piedade e isso faz parte da vida, faz parte da existência, faz parte do seu crescimento e realização!

 

Dói só de pensar em toda essa dor, de pensar nas coisas que ainda nem passamos, mas dói acima de tudo pensar que poderíamos passar pela vida sem ter experimentando toda essa força pulsante que é ser Mãe!

 

Se por um lado dói, e dói muito, dói nas pequenas e nas grandes coisas, por outro, como eu disse lá no início, também enaltece, engrandece, completa. Ser mãe é viver uma montanha russa de experiências e emoções, encher-se e fartar-se do maior amor do mundo, mas também saber que ele vem acompanhado de preocupações, de entregas, de perdas e de desafios...

 

E longe de mim dizer que toda essa dor não vale a pena. Vale sim. Vale cada suspiro dado, cada lágrima derramada, cada pingo de suor que cai. Vale a dor da carne, da alma e do coração, porque Amor de Mãe é o sentimento mais forte que alguém pode experimentar e nada substitui essa experiência. Nem de longe!

(Texto retirado e adaptado do site macetesdemae.com)

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Feliz Dia das Mães ❤️

BABY BOY OR BABY GIRL?

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Ontem foi dia de fazermos a ecografia do segundo trimestre, e ficamos a saber o sexo do nosso Baby 2... Depois de tantos palpites, desta vez o nosso feeling estava certo...

 

A ecografia estava marcada para as 15h30min, e nós tínhamos explicado ao Gui que íamos então ver o bebé numa "televisão" e descobrir se ele ía ter um mano ou uma mana para brincar... A hora não era das melhores para ele, por isso, tal como na primeira ecografia, o Gui adormeceu antes de sermos atendidos e só acordou quando estávamos a chegar a casa. 

 

Contamos-lhe então o que iria ser, mas sinceramente não sei até que ponto ele realizou o que lhe dissemos... Faltava agora fazer uma surpresinha gira à família: desvendar finalmente o sexo do nosso Baby 2 de uma maneira original!

 

É óbvio que a surpresa já estava todo ela planeada na minha cabeça, não gostasse eu de fazer surpresas... Há muito que tinha encomendado um balão preto para anunciar a novidade, por isso faltava só saber exactamente como iríamos fazer a surpresa, de forma a que o Gui estivesse 100% de acordo... Tudo dependia do seu estado de espírito...

 

Colocamos um balão da cor do sexo do BABY 2 dentro do balão preto, enchemo-lo e demos um nós, de seguida colocamos uns confetis, e enchemos o balão preto... No início pensei que seria melhor o R. rebentar o balão com a ajuda do Gui, pois ele não seria capaz, mas na hora achei que seria bem mais giro se fosse o Gui a rebentar o balão... Depois de explicarmos ao Gui o que tinha que fazer, ele ficou todo entusiasmado para fazer o que estávamos a pedir... Depois disso, foram preciso apenas uns segundinhos de forma a fazermos uma introdução ao vídeo e o Gui poder finalmente rebentar o balão no berço do BABY 2...

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Pois é, sempre vem aí um segundo menininho! O nosso feeling esteve sempre certo, e o Gui acabou por ver o seu desejo concretizado, pois dizia que queria um bebé menino... Nós também ficamos com a "vida facilitada" pois desde o início que já tínhamos escolhido o nome do nosso Principezinho 2! 💙

TAL E QUAL

Andámos há cerca de um mês a tentar que o Gui comece aos poucos a deixar as fraldas durante o dia, sem pressões e da forma mais calma pois sentimos que a curiosidade já começa a despertar nele, embora ainda não consiga controlar completamente...

 

Para tornar esta prática mais divertida, até comprámos o pote da Fisher Price, aquele que dá umas músicas sempre que é utilizado... Confesso que pensei que ele ía achar imensa graça e ter mais curiosidade em utilizar o pote, mas na verdade acho que este treino vai demorar... E se às vezes dá "o alerta" que tem a fralda suja, a maior parte das vezes é este o cenário que nos deparámos quando lhe perguntámos se fez chichi ou cocó...

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E por aí, também acontece o mesmo? Quais os truques que adoptaram para agilizar esta fase? 

O PRIMEIRO TRIMESTRE

Já lá vai um tempinho que o primeiro trimestre desta segunda Gravidez passou, começou em Outubro e terminou no dia 19 de Janeiro, altura em que entrámos no quarto mês de gravidez...

 

É impressionante como esta segunda gravidez nada teve a ver com a primeira... Nesta, e falando do primeiro trimestre, o cansaço e as náuseas matinais foram os dois sintomas que mais perturbaram o meu dia-a-dia... Acho que o excesso de cansaço teve a ver não só com as alterações hormonais, mas com o facto de ser mãe de uma criança de 2 anos e meio... E diga-se de passagem que nesta fase o Gui exige muita energia de mim...

 

A barriga cresceu muito mais rápido que na primeira, já as mamas acho que cresceram na mesma proporção (Lol), o peso, e tendo em conta o que como, não me posso queixar nadinha, aumentei uns 2 ou 3 Kgs (se pensarmos que as minhas mamas triplicaram de volume... Lol)...

 

Fizemos a ecografia do primeiro trimestre quase no último dia recomendado, tudo porque as férias de Natal, para Portugal, já estavam marcadas.  E se o meu médico ginecologista na altura tinha desvalorizado o facto de fazer a ecografia "no limite do tempo", já o mesmo não aconteceu no dia da ecografia... O médico não achou muito correcto fazer a ecografia às 13 semanas e 6 dias porque a colheita de sangue, que permite fazer o rastreio das anomalias cromossómicas (as chamadas trissomia 13, 18 e 21), deveria ser realizada até às 13 semanas e 6 dias, e como a ecografia foi feita no final do dia, as ditas análises só foram feitas no dia seguinte... 

 

Ainda chegamos a pensar que iríamos saber o sexo do nosso bebezinho naquele dia, mas o médico disse que ainda não dava para ter certeza de nada, por isso nem um palpite quis dar... O engraçado é que durante o procedimento eu e o R. vimos um Principezinho a olhar para nós... (Lol...)

 

Tirando o facto de andar  "morta de cansaço" e, consequentemente, cheia de sono, neste primeiro trimestre desta segunda gravidez, andei muito mais descontraída... Tão descontraída que assim que fizemos a primeira ecografia e o médico disse que estava tudo certinho, nunca mais me lembrei que ainda faltava o resultado combinado da colheita de sangue (o chamado teste bioquímico) com a ecografia... Mas isto será assunto para o próximo post...

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COISAS DE MÃE

E ao fim de 33 mesinhos de vida, o Gui começa a ter iniciativa para lavar os dentinhos... É óbvio que primeiro somos nós que o guiamos e depois deixamos que ele fique sozinho mais uns minutinhos só para que ele comece, aos poucos, a ganhar alguma destreza... E são esses minutinhos do dia-a-dia, minutinhos esses simples, que derretem o meu coração de mãe! 💙

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