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As Nossas Voltas

A vida dá muitas voltas, e foi numa dessas voltas, que nos tornamos emigrantes e viemos parar a Paris. Um blog sobre um pouco de mim, um pouco de nós, o dia-a-dia e não só.Simples mas cheio de ternura e dedicação!

VEM AÍ UM FDS PROLONGADO

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E assim entramos num fim de semana prolongado, que mais se parece com umas mini-férias de Outono... Pelo menos para nós!

 

Daqui a pouco partimos, de carro, em direcção à Alemanha, será a primeira visita oficial do Gui a este país, por isso já devem estar a imaginar a quantidade de fotos que vou ter que lhe tirar... (Eh... Eh... Eh...)

 

Com isto, o blog vai estar menos dinâmico, até ao dia 2 de Novembro, dia em que já estaremos novamente cá. Até lá, não se esqueçam que é já amanhã que muda a hora e que é já na segunda-feira a noite do Halloween

 

A todos vocês, desejo um excelente fim de semana, um óptimo feriado e uma noite de Halloween verdadeiramente assustadora! (Eh... Eh... Eh...)

DISPLASIA DE DESENVOLVIMENTO DA ANCA (DDA)

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Quem tem bebés já se apercebeu que durante as consultas de pediatria os médicos pegam nas coxas, abrindo-as e rodando-as, um exame clínico que é repetido ao longos das consultas, durante o primeiro ano de vida (desde o nascimento até o bebé começar a andar). Este exame tem o nome de manobra de Ortolani-Barlow. Com esta manobra, o médico, pretende girar o osso (a cabeça do fémur) para ver se ele sai e reentra no lugar. Uma manobra efetuada com algum cuidado dado à fragilidade e vulnerabilidade da articulação da anca do bebé. Além desta avaliação, o médico examina se os membros inferiores apresentam alguma diferença entre si em termos de aparência (por exemplo, assimetria nas pregas inguinais) e tamanho (encurtamento de um membro em relação ao outro).

 

Esta avaliação, que é obrigatória, vem referenciada no Boletim de Saúde do bebé, e tem como objectivo descartar a hipótese da existência de uma doença chamada: displasia de desenvolvimento da anca (DDA).

 

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A articulação da anca é uma articulação esferoidal, tipo "bola e encaixe". A “bola” é a cabeça do fémur, o "encaixe” é a superfície côncava do osso da bacia (o acetábulo). Na DDA a porção do “encaixe” não se forma normalmente, o que faz com que a "bola” possa deslizar para fora da articulação facilmente. Quando esta desliza de forma  parcial, tem o nome de subluxação; se desliza completamente para fora da articulação, dá-se o nome de luxação completa da anca. Se nada for feito a isto, com o crescimento, o fémur irá criar uma nova articulação com o osso ilíaco, prejudicando gravemente a estabilidade e a marcha.

 

A DDA começa por uma fase latente e assintomática, e é nesta fase que a doença deve ser detetada para que o sucesso do tratamento resulte por inteiro. Quando os sintomas se manifestam, a nível da estabilidade da articulação (por exemplo: encurtamento de um membro inferior; alterações da marcha) será provavelmente demasiado tarde para um tratamento simples, tendo a criança que fazer várias cirurgias, internamentos prolongados, ficando por vezes com algumas sequelas definitivas.

 

O tratamento depende da idade da criança na altura do diagnóstico:

- recém-nascidos com idade inferior a duas semanas nem sempre iniciam tratamento de imediato. A maioria das ancas instáveis em recém-nascidos estabilizam pouco tempo após o nascimento, à medida que a cabeça do fémur e acetábulo se desenvolvem, evoluindo para a cura espontânea

- até aos 6 meses de idade, geralmente, recorre-se ao uso de um dispositivo chamado "koszla", durante 2 a 3 meses, de forma a manter a articulação da anca no lugar, para que os ossos possam crescer normalmente;

- em crianças com mais de 6 meses, o procedimento é normalmente cirúrgico, com o objectivo de colocar os ossos da articulação da anca na posição correta. De seguida, a criança precisa de utilizar uma espécie de "molde em gesso", durante 3 a 4 meses, para manter a articulação na posição adequada.

 

A doença é mais frequente em crianças que apresentam alguns fatores de risco:

- fatores genéticos (como uma história familiar de DDA, sexo feminino)

- e fatores gestacionais (pouco líquido amniótico, primeiro filho, peso ao nascer superior a 4000 g, atraso de crescimento intrauterino, bebé com apresentação pélvica, cesariana, gravidez gemelar).

 

 

A DDA pode ser confirmada com a realização de uma radiografia da anca. Aqui em França, está radiografia é obrigatória quando o bebé completa o seu quarto mês de vida. Uma forma que os profissionais de saúde encontraram para se assegurarem que tudo está realmente bem. O Gui foi hoje fazer hoje esta radiografia, não havia nenhuma alteração física aparente, e o exame comprovou isso (e se querem saber, portou-se lindamente!).

 

Em Portugal penso que a radiografia só é feita no caso de suspeita da doença, de qualquer forma o mais importante é que o bebé seja avaliado mensalmente pelo médico pediatra.

 

Sei que o tema pode parecer um bocadinho maçudo, mas achei que era importante partilhar!

PREPARANDO AS MALAS...

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Encontrei esta foto algures na internet e já estou mesmo a imaginar como vai ser sexta-feira... Dia 1 de Novembro é feriado aqui, por isso como vai ser fim-de-semana prolongado vamos dar um saltinho até Stuttgart, visitar a nossa família, mais precisamente os meus pais, a minha irmã mais nova e alguns amigos. Vão ser quatro dias cheiinhos de aventuras e com muitas histórias boas que ficarão para contar quando regressarmos.

 

Agora é tempo de começar a preparar as malas... Isto de viajar 4 dias ou uma semana, com um bebé, é praticamente igual... É tanta tralha que é preciso levar que o nosso carro familiar depressa se torna pequeno para tanta coisa!

EM VÉSPERAS DO HALLOWEEN...

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O ano passado, por esta altura o Gui crescia na minha barriguinha ainda invisível... Este ano, vai ser oficialmente o primeiro Halloween do Gui, por isso há que comemorar de alguma forma esta data!

 

Por aqui andamos nos preparativos... E por aí?

O SONO DOS BEBÉS

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Se há tema debatido de quem vai ser mãe e pai, ou de quem já o é, é o sono do bebé... Quando se engravida, as primeiras coisas que se ouvem são "aproveitem para dormir agora porque depois acabaram-se as noites bem dormidas", "nunca mais o dormir será como antes", "depois é que vão ser elas..." Já quando o bebé nasce, toda a gente tem curiosidade em saber se o bebé acorda durante a noite, ou se dorme a noite toda, se dorme no quarto sozinho ou no quarto dos pais... Depois, vem sempre alguém que conta que o bebé, desde que nasceu, dorme 12 horas seguidas e até já dorme sozinho no quarto... Sem dar-mos por ela, começamos a refletir sobre as nossas decisões e começam a surgir dúvidas se estamos a fazer o mais certo com o nosso bebé.

 

O Gui, por exemplo, tem 4 meses e meio e ainda acorda muitas vezes durante a noite para comer, volta e meia dorme metade da noite na cama dos pais porque acorda e não quer ficar mais sozinho no berço, e o berço continua ao lado da nossa cama, e assim será até que ele tenha um ano e tal pois o nosso apartamento tem apenas um quarto e não nos iremos mudar até lá... Este último ponto confesso que não nos incomoda nada, muito pelo contrário, acho até que seria incapaz de o colocar a dormir sozinho num quarto, sinto que ele precisa ainda muito de nós... Sabe tão bem tê-lo a dormir juntinho a nós (um quarto a mais seria bastante útil, neste momento, para arrumar todas as coisas dele).

 

Hoje li um artigo que vai de encontro a isto: aos benefícios que há dos bebés dormirem no mesmo quarto dos pais, até um ano de idade. O estudo alerta para o facto desta prática diminuir o risco de mortalidade associado ao período de sono (síndrome da morte súbita do recém-nascido) até 50%, tudo pelo simples facto dos pais poderem intervir mais rapidamente no caso de surgir alguma situação inesperada. O artigo recomenda, ainda, que os bebés devem dormir de costas, num berço, envolto num lençol apertado, evitando cobertores, travesseiros e peluches pois estes podem criar calor excessivo e sufocá-lo. Além disto, destaca a importância do contacto físico entre a mãe e o bebé.

 

Perante este estudo só podemos estar contentes pelo caminho que temos feito, um caminho seguido pelo nosso coração de pais de primeira viagem! 

"FAIRY O MILAGRE ANTI-COCÓ"

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Quando somos mãe de primeira viagem, durante os 9 meses de gravidez, esforçamo-nos para planear tudo de modo a que não falte nada e estejamos preparadas para quase tudo... Pelo menos comigo foi assim...

 

Uma das coisas que desconhecia neste mundo de "mãe", e à qual não estava minimamente preparada, era a eliminação das manchas de cocó que, volta e meia, surgiam nas roupinhas do Gui... Pois por muito cuidado que se tenha, em trocar a fralda várias vezes ou em colocá-la na posição correcta (acreditem, para colocar uma fralda num bebé é preciso técnica e prática!), estes acidentes acabam por acontecer e, nisto, o Gui era perito!

 

Da primeira vez que ele sujou a roupa com cocó pensei que a nódoa saísse facilmente... Coloquei a roupa no saquinho da roupa suja dele, como de costume, e 1 ou 2 dias depois quando coloquei a roupa a lavar na máquina esta mantinha as nódoas amarelas do cocó!  

 

Resultado: esfreguei, esfreguei e tornei a esfregar, mas as nódoas não sairam! Fui "obrigada" a colocar a roupa de molho durante uma semana, e todos os dias ía esfregando com o detergente dele (Ariel Baby), mas mesmo depois disto, tive que lavar a roupa duas vezes na máquina de lavar! Estava incrédula... Nunca pensei que as nódoas de cocó de um bebé fossem tão difíceis de sair! 

 

Depois deste episódio, tentei encontrar uma solução... Tinha que haver uma forma de eliminar estás manchas sem se perder tanto tempo! Comecei a lavar a roupa à mão, com o detergente dele e colocá-la depois de molho com o mesmo detergente, durante um ou dois dias e depois colocava na máquina... Mas mesmo assim nem sempre resultava!

 

Tinha receio de utilizar outros produtos pois o Gui podia fazer alguma reacção, por ser tão pequenino... Um dia a minha irmã veio a casa e, numa conversa casual, falei-lhe deste problema que me atormentava... O problema afinal tinha uma solução bastante simples: esfregar sempre a nódoa com Fairy! Sim, Fairy, o detergente de loiça!

 

Desde esse dia, a minha vida mudou, pois comecei a perder muito menos tempo com a roupa do Gui.

 

Quanto a alergias, por causa da utilização do Fairy, o Gui nunca fez, mas tive (e tenho) sempre estes cuidados:

- Mal retiro a roupa, limpo sempre o excesso de cocó com água. Viro a roupa do avesso e esfrego com Fairy;

- Se não colocar a peça de roupa, de imediato, a lavar na máquina, deixo-a de molho em água morna junto com Fairy, até à altura em que fôr para lavar à máquina;

- Depois de ir à máquina, certifico-me que a mancha saiu. Caso contrário, repito de novo o procedimento (coisa que raramente acontece). 

  

O passo mais importante nisto tudo é tratar das manchas o mais rápido possível, pois quanto mais rápido se actuar, maior será o êxito, e sem grande esforço! 

 

E por aí, que truques utilizam para eliminar estas nódoas? 

PELA SAÚDE DE TODOS

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Depois do post de ontem sobre a gelatina com sabores, lembrei-me de mais uma situação, desta vez com o famoso sumo em pó má marca "Tang".

 

Numa dessas conversas, no local de trabalho, sobre "produtos portugueses", uma colega de origem francesa contava que não percebia como é que em Portugal se continuava a consumir essa bebida, já que ela tinha desaparecido de França por conter produtos cancerígenos... Confesso que na altura fiquei indignada com tal comentário, mas como não era um produto que costumava comprar, acabei por me esquecer, de maneira que nunca cheguei a aprofundar este assunto...

 

De facto, o que encontramos na internet vai um bocadinho de encontro ao que essa colega de trabalho disse... O sumo chegou à França em 1976, mas em 1993 desapareceu do mercado por se tratar de um produto muito químico. Parece-me que, neste caso, não posso deixar de concordar com os franceses, não é que eu ganhe alguma coisa em dizer mal deste produto, mas achei por bem alertar, principalmente se desse lado há alguém que consuma este sumo frequentemente!

 

A título de curiosidade, encontrei também esta tabela (aqui) que fundamenta isto que eu disse..

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GELATINA COM SABOR?!

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A primeira vez que ouvi esta pergunta aqui nem estava a perceber qual era o espanto... Mas será que estou a trazer uma novidade?! Gelatinas com sabor, quem não as conhece?!

 

Por incrível que possa parecer, aqui em França não existe! Esta é a pura realidade!

 

Dá para imaginar a vossa cara... Tal e qual à cara que eu fiz da primeira vez que ouvi isto. Lembro-me como se fosse hoje... Havia uma colega francesa lá no trabalho que estava espantadíssima com esta novidade, tinha ido a Portugal passar férias com a família e vinham rendidos a esta sobremesa... Os filhos, que nunca tinham comido, ficaram fãs e, por causa desta, começaram a frequentar o comércio português, cá em França, só por causa deste produto!

 

Até quando o Gui nasceu, a enfermeira que veio a casa no pós-parto, quando soube que eu era portuguesa, para além de falar do vinho do Porto e dos pastéis de nata, falou da famosa gelatina com sabores. 

 

Porque raio não existe esta sobremesa no mercado francês?! Ainda não descobri o motivo... Se é que existe motivo!

PÃO DE LÓ HÚMIDO - FACÍLIMO!

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Confesso que nunca tinha feito um pão-de-ló, tinha 9 ovos no frigorífico, estávamos quase a ir de férias, por isso decidi que era altura certa para arriscar...

 

Fiz este bolinho poucos dias antes das férias de Verão, ficou tão bom que não foi preciso fazer nenhum "sacrifício" para comermos este docinho!

 

Ficou exactamente com aquele sabor típico do pão-de-ló que compramos nas pastelarias, o único "senão" foi mesmo o tempo de cozedura que na receita original varia de 15 a 18 minutos, eu teria colocado uns 10 minutinhos, para ficar realmente húmido... Ou se calhar o problema até foi do forno cá de casa... O melhor será ao fim de 10 minutos ver se está na hora de retirar, faça o "teste do palito", e se os lados ainda não estiverem cozidos, deixe cozer mais uns 2 ou 3 minutinhos.

 

Para os dias frios, para as épocas festivas e também para os mais gulosos, como nós, aqui fica a receita (que encontrei na internet)...

 

 

Ingredientes

4 Ovos

5 Gemas

150 gr de Açúcar (a receita original diz 180gr)

90 g de Farinha


1. Com ajuda de uma batedeira, comece por bater os ovos inteiros, as gemas e o açúcar, durante cerca de 15 a 20 minutos. A gemada deve triplicar de volume (este é o passo mais importante da receita).

2. Quando isso acontecer, e sem parar a batedeira, junte a farinha pouco a pouco. O ideal é juntar uma colherada de farinha de cada vez e só juntar a seguinte quando a anterior já estiver completamente misturada na gemada.

3. Forre uma forma redonda, sem buraco, com papel vegetal e unte o papel com margarina ou manteiga.

4. Deite a massa na forma e ponha a cozer no forno, pré-aquecido a 180ºC, durante cerca de 10 -12 minutos (não se esqueça que os lados do bolo devem estar cozidos, mas o centro deve ficar húmido).

5. Retire do forno, aguarde uns minutos e desenforme com a ajuda do papel vegetal (o bolo tem tendência a baixar no centro, por isso quanto mais húmido ficar mais baixo fica depois de cozido).

6. Sirva morno ou frio.

 

CABINE TELEFÓNICA RECONVERTIDA EM BIBLIOTECA

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Com o desuso ao longo dos tempos das cabines telefónicas, estas começaram a ficar abandonadas, muitas vezes vandalizavas e degradadas, e sem telefone, ficando a ocupar espaço na via pública. Ora, o que acontece por aqui é um reaproveitamento destas para uma utilidade completamente diferente: uma biblioteca! Um local aberto ao público e totalmente gratuito onde as pessoas podem pegar num livro para ler ou até depositar um livro que esteja a estorvar lá por casa!

 

Porque não transformar as cabines também em Portugal?

 

Uma ideia bastante útil e original, não acham?

O PRIMEIRO RETRATO

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Hoje faz exactamente um ano que o Gui tirou o seu primeiro "retrato"...

A primeira vez que o vimos...

A primeira vez que ouvimos o seu coraçãozinho bater...

Um momento único que ficará guardado para sempre!

NEGÓCIOS DA CHINA!

Depois do post de ontem, descobri que afinal o artigo era do interesse de algumas pessoas... Acho que foi por isso que a resposta à minha pergunta ("será que este artigo existe mesmo à venda no mercado") foi rapidamente encontrada... A Vânia, uma seguidora do blog, teve a gentileza de partilhar essa informação connosco aqui.

 

O artigo pode ser comprado num site chinês, bem conhecido aqui em França, chamado AliExpress. O cúmulo é que eu utilizo este site e até vou comprando algumas coisas de vez enquando, mas tem tanta coisa lá que, muitas vezes, torna-se difícil encontrar o que realmente queremos... Estão a ver quando se vai a um "loja dos chineses " daquelas gigantes?! Pois é, agora imaginem como é procurar um artigo num site chinês...

 

O grande problema deste tipo de sites é, que apesar de estar traduzido em várias línguas, o tipo de tradução que é feita para muito dos artigos é tão estranha que existem produtos que só se encontram por mero acaso!

 

Acho que talvez nunca encontraria o produto que procurava na AliExpress se não fosse a Vânia. Só depois dela ter colocado o link é que consegui fazer uma pesquisa mais aprofundada e chegar exactamente à imagem do produto, que pelos vistos custa uma verdadeira pechincha!

IMG_4788.JPGAgora que sei onde posso encontrar este artigo vou esperar que o Gui cresça mais um bocadinho! Enquanto isso, e para quem estava interessada (o) deixo aqui o link para que possam comprar... Mas não se esqueçam de me dizer depois o que acharam os vossos filhos, primos ou sobrinhos!

 

E por aí, alguém costuma comprar coisas em algum site chinês?!

 

ACHO QUE VOU QUERER...

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Encontrei esta imagem algures no Instagram e fiquei rendida... Mas será que este artigo existe mesmo à venda no mercado (alguém conhece??)?! Uma excelente ideia sobretudo quando se está muito tempo parado no trânsito ou para uma longa viagem, não acham?!

 

Acho que vou querer...

 

Será que o Pai Natal já aceita pedidos?!

 

Já estou a imaginar o Gui, mais crescido, tal e qual como o bebé da imagem! 

TÃO EU...

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Agora consigo perceber porque é que logo após o nascimento de um filho a maior parte das mães acaba por mudar de visual... Ainda não cheguei à parte do chapéu, e acho que nunca vou chegar... (Eh... Eh... Eh...)

 

Sou mais adepta do elástico...

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Mas por este andar... Acho que vou mesmo é acabar sem cabelo!

COURGETTES RECHEADAS

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Nada melhor que começar a semana com uma receitinha bem simples e saborosa: Courgettes Recheados com Carne Picada! Tenho a certeza que vão querer experimentar...

 

Ingredientes

2 Courgettes

300gr Carne picada

2 Cenouras raladas

1 Lata de cogumelos

2 Tomates maduros (picados)

Polpa de tomate q.b.

1 cebola

Sal q.b.

Pimenta q.b.

Vinho branco q.b.

Azeite q.b.

Queijo Mozzarella 

 

1. Abra as courgettes a meio, retire o interior e reserve. 

2. Numa panela, comece por colocar um pouco de azeite e a cebola picada. Deixe alourar. 

3. Em seguida, junte o tomate, a polpa de tomate, os cogumelos, a cenoura ralada, o miolo da courgette (cortada em pedaços) e a carne picada.

4. Tempere a gosto, com a pimenta, o sal e o vinho branco.

5. Deixe cozinhar durante cerca de 30 a 40 minutos, de modo a que o recheio fique concentrado (com pouca água). 

6. Recheie as courgettes com o preparado anterior e coloque queijo mozzarella por cima.

7. Envolva as cougettes em papel alumínio e leve ao forno, pré-aquecido a 200º, durante 25 minutos.

8. Sirva acompanhado com salada e arroz seco.

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Bom Apetite! 

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